O Garcia do Outeiro's blog

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Fim da ficção da democracia burguesa

"E nasce o caos, a confusao das línguas, e misturam-se as propostas mais loucas com a verdade mais brilhante.

Abandonamos assim a nossa ligeireza de ontem. Desacostumados a pensar, contentes com a vida do dia para dia, hoje estamos desarmados face a treboada. Tínhamos mecanizado a vida, tínhamos mecanizado nós próprios. (...) Éramos místicos inconscientemente". António Gramsci: "Faz falha que mudemos nós próprios", 24 de novembro de 1917.

"Siento que está en decadencia esta cumbre de jefes de Estado. Es como decir que cada año hay que rendir cuentas al rey. ¿Qué mensaje da eso en Latinoamérica?", Evo Morales sobre a Cimeira Iberoamericana deste ano, palavras aplicáveis pela cidadania de toda a parte à cimeira do euro e do G-20.

Os recentes acontecimentos em Grécia, o referendo non nato, revelaram até onde é que chega a podridão da democracia burguesa e tornou evidente até onde é que esta é uma concessão amável da grande burguesia mundial para os períodos alegres do capitalismo. Tornou-se palmatorio que faz falha uma outra democracia.

Um resultado negativo no referendo sobre o segundo "resgate" de Grécia provocaria a suspensão de pagos desse país (em rigor um estado não pode quebrar, porque não pode ser liquidado). O primeiro acordo para resgatar a Grécia chegara em março de 2010 ao se seguiram recortes e uma suicida política de "austeridade" na onda da ortodoxia ultraliberal. Um ano depois, criava-se o primeiro Pacto do Euro (mais bem "pauto") e Portugal pedia oficiosamente ajuda

Assim chegamos ao passado mês de outubro onde os "expertos" da UE falavam de "expectativas quase cumpridas", ao ampliar o fundo de resgate até 1 bilião de euros e pactuou a recapitalização da banca (150.000 milhões de euros) ao tempo que recortava em gasto público (especialmente gasto público social) por toda a parte. Aliás, a oferta de participar no fundo de "resgate" ao FMI e a China, em lugar de pôr ao BCE a fabricar euros que é a sua competência, supõe uma cessão de poder sem precedentes a terceiros estados com interesses mal dissimulados.  Aliás, conver lembrar que por cada mil milhões que ficam imobilizados por mor da recapitalização, 10.000 retiram-se do crédito o que se traduz, segundo Buster e Doménech, na perda 500.000 postos de trabalho e uma contracção de 2'5% do PIB. A cimeira do euro também acordou que seja o fundo de "regate" (FEEF) e não o BCE quem compre dívida pública do Estado espanhol o que repercutirá em "axustes brutais" (só em 2012 há que refinanciar 300.000 milhões de euros em dívida pública no Estado espanhol)  ao ter que pagar por esses quartos.

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Antóm Fente Parada: O fim da I Globalizaçom

Antóm Fente Parada: O fim da I Globalizaçom

"Tenhamos muito cuidado em Europa: ninguém nos vai avisar quando chegue o fascismo nem serquer se vai apresentar -seria absurdo- com esse nome. Tenhamos cuidado: nom vamos reconhecer o nazismo quando regresse porque falará de novo, como entom, de paz e civilizaçom, de valores e normalidade".
Santiago Alba Rico

Senhores, não estejam tão contentes com a derrota [de Hitler]. Porque embora o mundo se tenha posto de pé e teha detido ao Bastardo, a Puta que o pariu anda quente novamente. 6/5/1945
Bertolt Bercht refirindo-se ao capitalismo como causa do fascismo.

Dizia Karl Marx, recentemente até invocado agora por importantes banqueiros,  no XVII Brumário de Luís Bonaparte que a história repete-se umha vez como tragédia e outra vez como farsa. A globalizaçom nom é nem muito menos um fenómeno novo, dando-se a primeria durante a hegemonia no sistema-mundo capitalista do Império británico. Foi a era do capital (para Hobsbawn entre 1848-1870) e o tempo do laissez-faire também avalado entom pola crise de 1870, mas cuja ortodoxia se manteve até o crack de 1929 e conduziu a duas guerras mundiais. Na segunda globalizaçom as crises análogas fôrom a Guerra do Vietnam que marcou a crise-sinal da hegemonia dos EUA e a crise de 2008, comparável em este sentido com a de 1929.

Após as guerras napoleónicas também se produzira umha concentraçom sem precedentes até entom de recursos sistémicos, financeiros e militares em maos de apenas um Estado, o Império británico. Este empregou três mecanismos que teriam também presença destacada na hegemonia norte-americana após 1945: repressom , reforma e debilitamento do poder dos grupos subalternos mediante processos de expansom económica a escala mundial, ou seja "globalizando" (globalizaçom é um eufemismo de imperialismo) com o laissez-faire que beneficia aos que na situaçom de partida estám em melhores condiçons para competir (no entanto o peso da "reforma" é infinitamente superior no caso da hegemonia norte-americana). Se a imagem da Sociedade de Naçons era o estado policial do XIX o da ONU era o estado do bem-estar do XX.

A partir de 1917 irrompe a URSS, um desafio revolucionário que inçará esperanzas nas classes trabalhadoras por toda a parte. Este desafio somado à experiência da Grande Depresom de 1929 e do fascismo convenceu os grupos dominantes das principais potencias imperiais da necessidade de reformar o sistema-mundo capitalista da I globalizaçom. Existia um consenso amplo de que a economía e a política do laissez-faire contribuíran para o caos social e político do período 1914-1945 e portanto as liçons do New Deal eram aplicáveis por toda a parte.

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Antom Fente Parada: Líbia, umha guerra de manual

Antom Fente Parada: Líbia, umha guerra de manual

Caiu Muammar Khadaffi e Europa e os EUA falam de reconstruçom e de grandes somas de dinheiro para reflotar a economia líbia. Podemo-nos sentir fachendosos do bom fazer e obrar dos nossos dirigentes sempre atentes a exportar a "democracia" lá onde o ouro preto sai da terra. Queiramos ou nom a guerra de Líbia, sob a camuflagem de guerra incivil, configura o novo modus operandi  do imperialismo dos direitos humanos. A diferença do iraque supom umha nova forma de interferir num Estado soberano para benéficio das elites ocidentais em que o desgaste do império é menor, a sua imagem nom se resente e os benefícios correrám a regueiros.

A guerra de Líbia é a morte matada da primavera dos povos árabe. Umha dupla morte, dumha banda pom-se fim à soberania líbia mediante as dívidas contraídas com occidente, coma sempre em meio dumha guerra, e assumindo nom só a dívida do bando ganhador mas também com toda certeza as dívidas da Líbia de Khadaffi. Doutra banda, esmagará-se o nível de vida da populaçom local e provavelmente vivirá-se umha involuçom nos direitos colectivos e individuais baixo a extrema direita islámica que já impuxo a lei islámica como fundamento do direito do futuro estado "democrático".

Prolongar a guerra de Líbia era umha boa forma de nom sujar as maos directamente enquanto os impostos das populaçons dos estados occidentais (contrárias à guerra maioritariamente) pagavam os bombardeios, enquanto eles proprios som bombardeados por pacotes de mais e mais austeridade. Richard Armitage, ex-subsecretário de Estado indicou para o Iraque que a forma de conduzir a guerra da "coligaçom" fora demasiado branda. Em sua opiniom devia-se tomar nota de Alemanha e Japom após a II Guerra Mundial, quando a populaçom ficou exausta e profudamente paralisada (em estado de shock) a raíz do acontecido. Assim, umha vitória muito rápida frente às forças inimigas impediu que a gente se sinta atemorizada como nos casos aludidos e, portanto, "os EUA enfrentam-se a umha populaçom iraquiana à que o shock e a conmoçom nom lhe figérom efeito" [1].  O imperialismo dos direitos humanos, tal e como o historiador Eric Hobsbawn o tem denominado, mais umha vez actua seguindo o seu manual:

A persistência da firme linha de continuidade até o presente revela mais uma vez que os EUA parecem-se muito a qualquer estado poderoso. Perseguem os interesses estratégicos e económicos dos sectores dominantes da sua populaçom, ao som dumha fanfarria retórica sobre a sua dedicaçom aos valores mais elevados. Trata-se praticamente dum universal histórico, e é o motivo pelo que a gente sensata empresta pouca atençom às declarações de nobres intençons dos dirigentes ou os elogios de seus seguidores [2].

 A Líbia do ditador Khadaffi cumpre lembrar que era um estado com uns níveis de serviços sociais à cabeça do continente africano, com o nível educativo e a esperança de vida mais elevados de África algo que reconhecem até os que agora o pintam como inimigo público de Ocidente enquanto há dous dias se abraçavam a ele e nos diziam que era um "amigo" que combatia a Al-Qaeda [3].

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Antom Fente Parada: Sobre o Frente Único e o papel do PSOE na II Restauraçom bourbónica

Antom Fente Parada: Sobre o Frente Único e o papel do PSOE na II Restauraçom bourbónica

Na imagem, 1º de maio de 1936 em Monforte de Lemos

Na imagem 1º de maio de 1936 em Monforte de Lemos.

Denominamos II Restauraçom bourbónica ao regime que se inicia em 1975, quer dizer à transiçom cozinhada desde arriba em que se instalou definitivamente a monarquia entronada polo fascismo e um sistema bipartidista a semelhança do mundo anglo-saxom que evitara o perigoso "pluralismo" partidário da II Respública e que retomara os piares que Cánovas del Castillo estabelecera para a I Restauraçom bourbónica (que também pugera fim à I República com o golpe de estado de Pavia nas Cortes): afastamento do exército da política (ainda que o seu papel no 23-f foi fundamental para o "café para todos", a legitimaçom da monarquia e a recentralizaçom e involuçom pilotada desde o binómio político-mediatico que veu ocupar o papel do caciquismo da I Restauraçom, agás no interior da Galiza onde os dous sistemas convivem-), estabelecemento do "turnismo" entre Cánovas e Sagasta ou Canalejas e Dato (hoje Felipe González e Aznar ou Zapatero e Rajoy)[1].

Pois bem, esta II Restauraçom bourbónica entrou já definitivamente num período onde até os mais elementares indícios de soberania e de democracia formal fôrom violados e onde o seu texto sagrado e legitimador, a Constituiçom de 1978 foi na prática suspendida e esfarelada: direito ao trabalho, à vivenda digna, controlo público dos sectores económicos requeridos para o interesse geral... As políticas ultraliberais abraçadas primeiro polo social-liberalismo do PSOE e logo sem rubor polo PP viram completar-se até incluir-se nos casos clássicos de shock aplicados em Chile, Argentina, Bolívia, Polínia, Rússia, etc. desde a década de setenta do passado século. 

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PSOE e CiU recorrem mais uma vez ao garrote vil sobre a classe operária e aprovam aumento da idade de reforma até os 67 anos

Antom Fente Parada: PSOE e CiU recorrem mais uma vez ao garrote vil sobre a classe operária e aprovam aumento da idade de reforma até os 67 anos

O Congresso dos Deputados do Reino de Espanha aprovou, também com o voto do "esquerdista" Rubalcaba,  a reforma das aposentadorias que elava a idade de reforma até os 67 anos. 

O Governo alcançou um acordo com o partido de direita catalão CiU. A Câmara baixa deu o seu visto bom após aceitar quarenta emendas do Senado à "Lei de Actualización y modernización del sistema de Seguridad Social", que entrará em vigor em 2013 e fixa os 67 anos para reformar-se com uma cotização de 37 anos e mantém os 65 anos atuais apenas para as pessoas que cotizaram 38 anos e 6 meses. 

Num contexto de precariedade os 65 anos mantenhem-se apenas para aquelas pessoas que, paradoxalmente, têm empregos estáveis e bons, por exemplo empresários, ou seja, os que menos precisariam reformar-se aos 65 anos. Num contexto de emprego submergido que chega ao 8% do PIB, com precariedade,com o PP ameaçando com novas reformas laborais… quem é que vai cotizar 37 anos? Com um desemprego superior ao 20% e um atroz desemprego juvenil superior a 40% e umha precariedade laboral de 33% a reforma não vai encaminhada a assegurar a Segurança Social, mas a promocionar os fundos de pensões privados, para maior glória da banca. 

Por se for pouco, e como o antigo dirigente de Die Linke em Alemanha advertia (Oskar Lafontaine), as aposentadorias reduziram-se muito porque os anos que se terão em conta para calcular a quantia da aposentadoria passam dos 15 atuais para 25. Isto traduzido à prática quer dizer que as aposentadorias se reduzirão 20% ao ampliar o cômputo a 25 anos e a idade de retiro a 67 anos. Se temos em conta que as aposentadorias da Galiza são as mais baixas do Estado espanhol com diferença o panorama não pode ser mais desolador para o futuro de milhares e milhares de galegos.

A nova reforma, como todas as realizadas no eido do trabalho, é mais uma volta de porca do poder justificada "por el bien de todos" e baseada nos mesmos argumentos falaces de sempre (aqui e aqui). Assistimos assim, infelizmente com pouca contestação social, a mais uma reforma, a sexta do sistema de pensões e a oitava da Segurança Social, que exigirá para as reformas antecipadas aos 63 anos 33 anos cotizados… Um sumandum dificilmente camuflável com a inclusão dos empregados do fogar no Regime Geral da Segurança Social a partir do 1 de janeiro de 2012 ou com obrigar às empresas de mais de 500 trabalhadores que obtenham benefícios (com o doado que é manipular a contabilidade) e iniciem um ERE  a  assumir o pago do subsídio por desemprego dos despedimentos..

Em resumo, outra labaçada na cara da classe trabalhadora, nesta não luta, mas malheira de classes.

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A ortodoxia ultraliberal conduze ao Reino de Espanha ao abismo

O quadro do começo é de Antoine Wiertz (1806-1865), pintor e escultor romântico belga que anúncio o simbolismo e o surrealismo tão influentes na arte belga, e intitula-se "O suicídio" sendo de 1854.

Não é a primeira vez que infelizmente temos que falar aqui do FMI e demais instituições de gobernança global que conduzem para um comareiro preto e afiado a Eurolândia. Faz aproximadamente um mês que no nosso trabalho fim de máster chamávamos a atenção sobre a possibilidade de que Itália e Bélgica fossem também alvos dos "mercados". Ontem no tocante a Itália a nossa diagnose tornou-se certeira e a aplicação de "austeridade" só fará constringir  o crescimento económico e com isso a possibilidade de pago da dívida o que só fará retro-alimentar essa maravilhosa "austeridade" que nos empurrou para um dividocracia.

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Antom Fente Parada: Dossier economia

Antom Fente Parada: Dossier economia

O orzamento debe equilibrarse, o Tesouro debe ser reaprovisionado, a débeda pública debe ser diminuída, a arrogancia dos funcionarios públicos debe ser moderada e controlado o seu gasto, e a axuda a outros países debe eliminarse para que Roma non vaia á bancarrota. A xente debe apreender novamente a traballar, en lugar de vivir á conta do Estado. Marco Tulio Cicerón, ano - 55.

Dados os acontecimentos que sacudiron a Eurolandia nos últimos días e no risco inminente de quebra e intervención da troika no Estado español (que se efectivará probabelmente despois das eleccións xerais) o Grupo de Traballo da Mocidade Irmandiña achegamos um dossier com chaves para introducírmonos na economía e para interpretar o que acontece neste inicio dunha nova depresión, aínda máis profunda, dentro do ciclo destrutivo iniciado no sistema-mundo capitalista em 2008.  Esta crise foi analizada sinteticamente por Xosé Manuel Beiras en "Brañas e a crise que non cesa" (I, II, III, IV e V) e dun xeito atractivo e moi levadeiro no documentario Inside Job.

 Un sistema que asiste a "unha perda de confianza" sen precedentes como aponta Leonardo Boff e que os marxistas veñen denunciando desde a irrupción da utopía reaccionaria ultraliberal:

Estamos nos confrontando com esse dilema: ou deixamos as coisas correrem assim como estão e então nos afundaremos numa crise abissal ou então nos empenharemos na gestação de uma nova vida social, capaz de sustentar um outro tipo de civilização. Os vínculos sociais novos não se derivarão nem da técnica nem da política, descoladas da natureza e de uma relação de sinergia com a Terra. Nascerão de um consenso mínimo entre os humanos, a ser ainda construído, ao redor do reconhecimento e do respeito dos direitos da vida, de cada sujeito, da humanidade e da Terra, tida como Gaia e nossa Mãe comum. A essa nova vida social devem servir a técnica, a política, as instituições e os valores do passado. Sobre isso venho pensando e escrevendo já pelo menos há vinte anos. Mas é voz perdida no deserto. “Clamei e salvei a minha alma” (clamavi et salvavi animam meam), diria desolado Marx. Mas importa continuar. O improvável é ainda possível.

Alejandro Nadal fala dunha "Media noite na economía mundial", pois a austeridade conduce ao sistema-mundo capitalista para un beco sen saída e confirma o pronóstico da crise em W que está prestes a vir, unha segunda crise moitísimo máis forte nos centros capitalistas (Xapón, EUA e Eurolandia) e que probabelmente comece no sector financeiro chinés tal e como o crack do 29 (na época da hexemonía británia na fase do declive e, xa que logo, da financiarización e que puxo fin á globalización ordenada polo Imperio británico) comezou en Wall Street, ou sexa, na potencia hexemónica que após o caos da II Grande Guerra (1939-1945) remataría por por orde no sistema-mundo arredor de Wall Street e os acordos de Bretton Woods, dinamitados na crise-sinal da Guerra do Vietnán. Algúns autores, porén, como é o caso de Boff vén nesta a crise terminal do capitalismo porque a súa expansión cada vez máis grande (desde o proto-estado nerlandés, ao estado-continente-imperio norteamericano, pasando polo estado-nación-imperio británico) tópase por vez primeira cunha imposibilidade de orde física: o finito dos recursos do planeta. Marshall Auerback coincide na diagnose no seu artigo "Tempo de pánico" e denuncia que se está xogando para un foxo ao 95% da poboación mundial:

Os governos de vinte e oito países desenvolvidos atuaram de concerto para fazer baixar o preço do petróleo e salvar a recuperação económica mundial. Nestes últimos dez dias, os investidores profissionais, os especuladores e os habituais manipuladores parceiros de viagem conseguiram torcer o braço desses governos, forçando de novo uma alça nos preços do cru. À vista do qual, e do terrível frente de dados económicos procedentes ultimamente da Europa, melhor fariam esses governos em procurar de novo uma via para evitar a especulação sobre os preços dos alimentos e dos combustíveis: caso contrário, a Grande Recessão, Segunda Parte, aguarda-nos à volta do canto.

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