Acordo Xeral sobre Comercio de Servicios (AXCS, GATS)

Acordo Xeral sobre Comercio de Servicios (AXCS, GATS)

Los negociadores siguen adelante con el nuevo acuerdo de liberalización de servicios

Los negociadores siguen adelante con el nuevo acuerdo de liberalización de servicios
Con las negociaciones de la Organización Mundial del Comercio bloqueadas, un grupo de países claves de la OMC ha iniciado una serie de diálogos independientes con vistas a establecer un Acuerdo Internacional de Servicios (AIS).

Si tiene éxito, el AIS se basaría y ampliaría el Acuerdo General sobre el Comercio de Servicios (AGCS) de la OMC, arrojaría más sectores de servicios a normas más estrictas sobre el suministro y la inversión transfronterizos, y garantizaría que no se restringiera el comercio.

Sus defensores sostienen que un acuerdo sobre servicios ayudaría a impulsar la debilitada economía mundial, pero otros lo cuestionan y sostienen que el alcance del acuerdo podría perpetuar las presiones de la privatización y debilitar normativas importantes.

"Independientemente de si hablamos de liberalizar servicios financieros o servicios de la educación, están en juego algunos factores fundamentales", dijo David Robinson, asesor especial de la Internacional de la Educación. "Si hemos aprendido algo de la crisis financiera es que necesitamos una mayor supervisión normativa del sector, no al contrario. No deberíamos caminar con los ojos cerrados hacia otro fiasco económico".

Según Robinson, la Unión Europea y Australia han presentado un grupo inicial de 10 sectores y cuestiones como prioritarios para alcanzar "compromisos nuevos y mejorados" bajo el acuerdo AIS propuesto, que incluye servicios financieros, de energía, profesionales y de la información y la comunicación.

Si bien hasta la fecha no se ha identificado la educación y otros servicios públicos como prioritarios, Robinson advierte que los docentes y los trabajadores del sector público deberían seguir de cerca las negociaciones.

"Los países participantes han dicho sistemáticamente que el AIS será muy ambicioso y no se excluirá ningún sector", subrayó. "Además, algunas partes de las negociaciones tratan sobre normas que potencialmente tendrán un impacto en la educación, la sanidad y otros servicios públicos, estén o no incluidos explícitamente".

Por ejemplo, la UE y Australia han planteado como tema de debate la regulación doméstica – todas las normas y medidas que los gobiernos exigen que las compañías cumplan para suministrar un servicio. Estas normas incluyen desde normativas medioambientales, sanitarias y de seguridad hasta los requisitos de certificación y los permisos.

"En el sector educativo, cualquier restricción nueva sobre la regulación doméstica podría afectar potencialmente a los requisitos de certificación docente, estándares de garantía de calidad y permisos de escuelas e instituciones privadas", sostiene Robinson. 

Durante una ronda de negociaciones a principios de octubre, los negociadores del AIS acordaron que el tratado debería seguir las disposiciones principales del AGCS.

Además de la UE y Australia, los otros participantes del AIS son Canadá, Chile, Colombia, Corea del Sur, Costa Rica, Estados Unidos, Hong Kong, Israel, Japón, México, Noruega, Nueva Zelanda, Pakistán, Panamá, Perú, Suiza, Taiwán y Turquía.

Internacional de la Educación, 03/12/12

EI insists on education services being excluded from trade agreements

EI insists on education services being excluded from trade agreements

Teacher unionists are deeply involved in the make or break talks being held this week in Geneva, Switzerland, in what many see as the last attempt to rescue the troubled Doha Round of international trade negotiations.

The World Trade Organisation (WTO) has set Friday 29 April as the deadline for a deal on reducing tariffs and subsidies for industrial and agricultural goods, and liberalising the trade in services, including education services.

EI Deputy General Secretary Monique Fouilhoux highlighted that “Education International has insisted from the beginning of the Doha Round in 2001 that education is a public good, not a private commodity to be bought, sold and traded. Education must be absolutely excluded from commercial trade agreements.”

Last week, the chairs of the various WTO negotiating groups released an update on the progress of talks to date.

The chair of the services negotiations, Mexican Ambassador Fernando de Mateo, noted that little progress has been made in expanding the coverage of education in the WTO’s General Agreement on Trade in Services (GATS). Of the 21 countries asked to liberalise their education sector, only five have indicated a willingness to meet the request.

De Mateo concluded that “despite some progress, it was felt that significant gaps remained.”

Fouilhoux said the reluctance of countries to make commitments on education services in the GATS negotiations reflects the “strong and effective lobbying effort of EI and its affiliates.”

She also noted that the WTO talks on developing new restrictions on domestic regulation, including regulations that affect the education sector at all levels, are similarly deadlocked.

She added that “the impasse on the talks on services and domestic regulation should force countries to reassess the wisdom of expanding trade rules into areas like education where there is little clarity about the impact but much at risk.”

Internacional de la Educación, 29/04/11

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Portugal: Universidades públicas europeias estão proibidas de abrir campus em Portugal

Portugal: Universidades públicas europeias estão proibidas de abrir campus em Portugal
Só as privadas o podem fazer

A Universidade de Cádis, em Espanha, perguntou ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) sobre a possibilidade de universidades estrangeiras poderem criar um campus universitário em território português que atribuísse graus já autorizados nos seus países. O argumento da instituição pública espanhola é que o tratado que institui a Comunidade Europeia prevê a "liberdade de estabelecimento".

O Estado português disse que não e pediu um parecer à Procuradoria-Geral da República (PGR) que corrobora a decisão. O texto foi ontem publicado em Diário da República.

Para o Ministério dos Negócios Estrangeiros e para o MCTES, não há dúvidas: uma "instituição de ensino superior pública de um Estado-membro não pode invocar o direito de estabelecimento (...) com vista à criação de uma extensão de uma instituição de ensino superior noutro Estado-membro, por estas normas não lhe serem subjectivamente aplicáveis".

Contudo, as instituições privadas podem abrir, "desde que cumpram os requisitos previstos no RJIES [Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior] para os estabelecimentos de ensino superior privados, ingressando, desta forma, na rede de ensino superior português".

Ainda assim, o MCTES decidiu ouvir a PGR para assegurar as decisões tomadas. Para a procuradoria a Universidade de Cádis só poderia instalar-se em Portugal com base numa decisão do Governo de Espanha. Este teria que fazer um acordo com o Governo português.

Como se trata de uma universidade pública, está integrada na administração pública de um Estado-membro e, por esse motivo, não pode invocar o "direito de estabelecimento" porque os seus fins não são de "natureza económica, nem tem uma ligação directa com a produção de bens ou a prestação de serviços no mercado comum", já que a sua oferta é o ensino e atribuição de graus académicos.

Tal como o MCTES, a PGR confirma que, além das instituições europeias de direito privado - que podem criar em Portugal uma entidade instituidora que seja reconhecida pelo MCTES -, as restantes só podem estabelecer relações de parceria e de cooperação com as instituições portuguesas para fazer parcerias, ter projectos comuns, "incluindo programas de graus conjuntos".

O PÚBLICO procurou ouvir a Universidade de Cádis sem sucesso.

Público, 10/08/10

Reino Unido: Foreign university students: ill they still come?

Reino Unido: Foreign university students: ill they still come?
A fast-growing industry in which Britain is a world beater: what could go wrong? Sadly, rather a lot

Demand for higher education is booming around the world. In rich countries like Britain, the number of university students increases every year, and still there are not enough places for all who want one. In fast-growing economies such as China and India, wealthy families can now afford to send their offspring to university but world-class institutions are too few. Whether students cannot find what they want at home or prefer what they see abroad, they are becoming more mobile.

The OECD, a rich-country think-tank, reckons that in 1980 over a million students were enrolled at universities and colleges outside their country of origin. Two decades on, the figure had almost doubled; less than a decade after that, it had tripled. (Sigue)

The Economist, 06/08/10

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Juan Carlos Pardo Pérez e Alfonso García Tobío: O Banco Mundial e a Educación Superior

Juan Carlos Pardo Pérez e Alfonso García Tobío: O Banco Mundial e a Educación Superior

Desde a Conferencia de Jomtien, en 1990, o Banco Mundial (unha das principais instancias da globalización neoliberal) convertiuse no maior promotor de políticas educativas, tanto desde un punto de vista financeiro como de asesor externo, en tódolos países do mundo, pero de forma especial nos países non desenvolvidos e/ou en situación de crise económica. As súas receitas non recoñecen diferenzas culturais, sociais, políticas ou económicas, en boa medida porque asume que a educación non é unha cuestión política (só hai unha política posible, que é a que define o propio Banco), senón un asunto meramente técnico. Os países que, por razóns da súa débeda externa, queiran acceder aos préstamos do Banco Mundial, son obrigados a realizar "axustes estruturais" (como recortes nos gastos sociais, privatización de empresas e servizos públicos, liberalización comercial, eliminación do control de prezos e dos subsidios do estado, garantías para os inversores, etc.) e a aceptar as políticas educativas deseñadas desde unha perspectiva neoliberal.

O modelo educativo que o Banco Mundial propón ten un sesgo economicista, e preséntase ante a opinión pública como unha necesidade de modernización social, de igual modo en que, tras o golpe de estado de Pinochet, non dubidou en calificar a reforma educativa chilena, respaldada polo propio Banco, como unha "lección de pragmatismo" (véxase Katarina Tomasevski, "El asalto a la educación").

O Banco Mundial, 1) modifica a natureza da educación como un "dereito", para redefinilo como unha inversión que cada quen, en función das súas expectativas e prioridades, decida acometer; 2) pon límites ao estado no finanzamento do sistema educativo, transferindo ás familias e ós individuos a responsabilidade do gasto en educación; 3) a única prioridade que o Banco Mundial recoñece aos gobernos é a educación básica que, someténdoa en todo caso aos principios de privatización e de liberdade de elección dos pais, debe ser garantida polo estado por entender que é a educación que proporciona maiores tasas de retorno social.

O citado modelo está sendo aplicado con decisión estratéxica en todo o mundo, primeiro nunhas rexións xeográficas, despois noutras, no momento en que as condicións son propicias para as reformas. Desenvoltas con rigor en Latinoamérica durante a década dos noventa, foron xulgadas en 2003 (véxanse as declaracións a La Jornada) por oito reitores das universidades máis importantes de América Latina como "o pior que lles puido ter pasado"; conduce "á agonía" do sistema público universitario por asfixia financeira; fomenta "un estudiante que dá máis valor ás conquistas individuais que ás sociais", afirma Pietro Novellino, Reitor da Universidade de Río de Janeiro. María Isabel Rodríguez, Reitora da Universidade de El Salvador di que a universidade pública ten a responsabilidade de "analizar e concienciar sobre os efectos devastadores dun sistema que está por enriba do social e que o único que lle importa é o diñeiro". O Reitor da Universidade Nacional de Colombia, Víctor Manuel Moncayo Cruz, advirte que o neoliberalismo non comparte "a idea central de autonomía universitaria, pois a considera oposta ás necesidades de eficiencia. En tal dirección busca que as universidades sexan simples captoras de recursos para garantir resultados cuantificables e efectos sociais requiridos polo mercado"...

Unha visión máis pormenorizada (sobre todo no que afecta ao traballo do profesorado) do modelo que para a educación superior ten o Banco Mundial pode atoparse no noso artigo "Sintomatoloxía boloñesa: xerencialismo, calendario académico e intensificación do traballo do profesorado". Para a súa análise levamos a cabo unha revisión de bastantes dos documentos que o propio Banco ten sobre a educación en xeral e sobre a educación universitaria en particular. Aquí, para ilustrar o pensamento deste organismo, facemos unha escolma de citas do documento publicado en 1995 titulado "La enseñanza superior. Las lecciones derivadas de la experiencia". Poderase comprobar que as grandes liñas das reformas que actualmente se impoñen ás universidades, incluíndo os recortes presupostarios, xa estaban establecidas polo Banco Mundial en data tan temperá, utilizando o mesmo "argumentario" que hoxe se presenta como novidoso.

1. Prelación da educación básica:

"… se puede aducir que la enseñanza superior no debiera tener mayor derecho a utilizar los recursos fiscales disponibles para la educación en muchos países en desarrollo, en especial los que aún no han logrado acceso, equidad y calidad adecuados en los niveles primario y secundario". [páx. 3]
"...hay pruebas de que las inversiones en el nivel terciario tienen tasas de rentabilidad social más bajas que las inversiones en enseñanza primaria y secundaria, y que las inversiones en educación básica pueden también incidir más directamente en la reducción de la pobreza, puesto que tienden a mejorar la igualdad de los ingresos". [páx. 14]

2. A retórica da "crise" económica permanente, vale tanto para cando a economía vai ben, como para cando vai mal:

"Debido a las sombrías perspectivas económicas, no es probable que el financiamiento fiscal destinado a la educación superior aumente considerablemente en este decenio". [p. 27]

3. Diversificación da base financeira das universidades, diminución dos recursos dos estados e privatización da educación superior:

"La reforma de la enseñanza superior, y en especial las estrategias para movilizar un mayor financiamiento privado a nivel postsecundario mediante la participación en los gastos y el fomento de las instituciones privadas, puede ayudar a los países a liberar algunos de los recursos públicos que se requieren para mejorar la calidad y el acceso a los niveles primario y secundario. Por consiguiente, los préstamos del Banco Mundial para la enseñanza superior tienen otra justificación importante: apoyar los esfuerzos de los países para adoptar reformas de política que permitan al subsector funcionar en forma más eficiente y a un menor costo público. Se seguirá dando prioridad a los países dispuestos a adoptar un marco de políticas en materia de educación superior que haga hincapié en la estructura diferenciada de las instituciones y una base de recursos diversificada y mayor importancia a los proveedores y al financiamiento privados. [páx. 14]
  • Segundo o Banco Mundial, é necesario: "Fomentar la mayor diferenciación de las instituciones, incluido el desarrollo de instituciones privadas" [páx. 4]

"Los gobiernos pueden fomentar el desarrollo de la educación terciaria privada a fin de complementar las instituciones estatales como medio de controlar los costos del aumento de la matrícula de la educación superior, incrementar la diversidad de los programas de enseñanza y ampliar la participación social en el nivel terciario.Un resultado importante derivado de los casos que han tenido éxito es que el fomento por el gobierno del sector privado en la enseñanza superior requiere un marco de políticas y reglamentos que evite los desincentivos, como los controles de precios de las matrículas, y que incluya mecanismos de acreditación, fiscalización y evaluación de las instituciones privadas. Algunos países han proporcionado también incentivos financieros para estimular el establecimiento de instituciones privadas en razón de que constituyen un medio para ampliar las matrículas a un costo público más bajo.[páx. 6]
"La mayor diferenciación en la enseñanza superior, o el desarrollo de instituciones no universitarias y el fomento de establecimientos privados, puede contribuir a satisfacer la creciente demanda social de educación postsecundaria y hacer que los sistemas del nivel terciario sean más sensibles a las necesidades cambiantes del mercado laboral". [páx. 5]
"… la matrícula en las instituciones de enseñanza terciaria no universitaria, tanto públicas como privadas, ha aumentado con mayor rapidez que en las universidades tradicionales. Incluyen politécnicos, institutos profesionales y técnicos de ciclos cortos, cornmunity colleges (institutos públicos de estudios postsecundarios que ofrecen dos años de enseñanza académica o profesional) y programas de enseñanza a distancia. Sus costos más bajos resultan atractivos para los estudiantes y son más fáciles de establecer por los proveedores privados. En los casos en que más éxito han tenido, las instituciones no universitarias imparten instrucción que responde en forma flexible a las demandas del mercado laboral… [páx. 6]
"La principal ventaja de esas instituciones es el menor costo de los programas, que es el resultado de los cursos más breves, las tasas de deserción más bajas y el menor gasto anual por estudiante". [p. 34]

"La educación a distancia puede ser eficaz para aumentar a un costo moderado el acceso de los grupos desfavorecidos, […]Los programas de educación a distancia son generalmente mucho menos costosos que los programas universitarios corrientes, dado el más alto número de estudiantes por maestro". [p. 36-37]

  • O Banco Mundial aposta por poñer en marcha políticas que favorezan o finanzamento privado

"Participación de los estudiantes en los gastos. Se puede fortalecer la base financiera de la enseñanza pública de nivel superior mediante una mayor participación de los estudiantes en el financiamiento de sus estudios, los que pueden prever ingresos considerablemente mayores en el curso de sus vidas como resultado de haber recibido enseñanza superior y que a menudo provienen de familias con suficientes recursos para contribuir a los costos de su educación. La participación en los gastos puede lograrse mediante derechos de matrícula y la eliminación de subsidios de los costos no relacionados con la instrucción. Los gobiernos pueden permitir que las instituciones públicas establezcan sus propios derechos de matrícula sin intervenir…". [páx. 7]

"El financiamiento proveniente de los ex alumnos, la ayuda externa y los organismos crediticios. Las donaciones de ex alumnos y de la industria privada constituyen una segunda fuente de recursos privados". [páx. 7]

"Estas contribuciones, que son básicamente regalos hechos a las universidades, pueden adoptar varias formas, entre ellas fondos para la construcción de nuevas instalaciones o la institución de cátedras, la donación de equipo científico, libros y obras de arte o el suministro de becas para estudiantes necesitados". [p. 47]

"Actividades que generan ingresos. Los gobiernos pueden alentar a las instituciones públicas de nivel postsecundario a llevar a cabo actividades que generen ingresos, como cursos de corto plazo, investigaciones contratadas por la industria y servicios de consultoría". [páx. 7]

Cursos de capacitación breves. Los cursos breves para empresas o particulares, organizados para complementar la enseñanza regular y las actividades de investigación, pueden generar ingresos considerables. Además, pueden proporcionar ingresos adicionales al personal, generar más ingresos a las universidades y proporcionar a la economía conocimientos pertinentes relacionados con el mercado. [p. 48]

"Contratos de investigación. Los contratos de investigación pueden incluir servicios comerciales y estudios económicos para los gobiernos y la industria privada, además de investigaciones científicas y tecnológicas aplicadas. [p. 48]

  • Impulso dos créditos aos estudiantes:

"La participación en los gastos no puede aplicarse equitativamente sin que funcione un programa de préstamos estudiantiles que ayude a los que necesitan obtener préstamos para su educación". [páx. 8]

[O Banco Mundial propón facer “máis eficiente” o sistema de préstamos]. "Estos programas requieren sistemas de cobranza eficientes, con incentivos para reducir al mínimo la evasión y el incumplimiento de pago. Las tasas de interés deben fijarse a niveles que resulten positivos en términos reales para que los programas de préstamos sean sostenibles desde el punto de vista financiero. Otro enfoque a la programación de los pagos consiste en fijarlos de tal manera que los iniciales sean más pequeños que los posteriores para que se aproximen a la tendencia en cuanto a los ingresos previstos. Estos planes de pagos escalonados pueden minimizar la carga para los graduados y mejorar las tasas de recuperación de los préstamos". [páx. 51]

4. O goberno das universidades:

  • A autonomía como excusa:

"La descentralización de todas las funciones administrativas claves (entre ellas las atribuciones para fijar derechos de matrícula, contratar y despedir personal, y utilizar asignaciones presupuestarias en forma flexible en las distintas categorías de gastos), asignándolas a las propias instituciones de enseñanza superior es una condición sine qua non para el éxito de las reformas, sobre todo en lo relacionado con la diversificación del financiamiento y la utilización más eficiente de los recursos". [páx. 11]

"Las instituciones de nivel terciario deben estar en condiciones de ejercer un control significativo sobre los factores principales que influyen en sus costos. Cada institución debería poder establecer los requisitos de admisión, determinar los derechos de matrícula y otros cargos, y determinar los criterios que deben cumplirse para proporcionar asistencia financiera a los estudiantes necesitados, con el fin de asegurar que el número y la distribución de los estudiantes nuevos sea compatible con sus recursos. Las instituciones deberían tener, igualmente, la facultad de contratar y despedir personal dado que representa una partida importante de gastos en la mayoría de las instituciones de enseñanza superior". [p. 71]

"Esta flexibilidad es esencial para que las universidades puedan establecer programas que respondan a las nuevas demandas del mercado laboral y controlar los costos reduciendo personal docente cuando la proporción entre profesores y estudiantes esté por debajo de los niveles de eficiencia. Las escalas de sueldos deberían fijarse de manera independiente en las diversas instituciones, de modo que puedan atraer a profesores de buena calidad". [p. 72]

"La autonomía y la responsabilidad tienen también consecuencias en la estructura de gestión y la administración de las instituciones. Una estructura independiente podría incluir una asamblea constituida por miembros de la comunidad universitaria, un consejo secular de administración con amplia representación de la comunidad general, y un rector o vicerrector de probada competencia en administración designado por el consejo siguiendo las recomendaciones de la asamblea". [p. 72]

  •  A orientación económica da educación superior:

"En el contexto de las estrategias de crecimiento económico basadas en innovaciones tecnológicas, reviste importancia fundamental que las instituciones a cargo de los programas avanzados de enseñanza e investigación cuenten con la orientación de representantes de los sectores productivos. La participación de representantes del sector privado en los consejos de administración de las instituciones de nivel terciario, públicas o privadas, contribuye a asegurar la pertinencia de los programas académicos. Los incentivos financieros a programas conjuntos de investigación entre industrias y universidades, pasantías para estudiantes patrocinadas por las empresas y nombramientos académicos de tiempo parcial para profesionales de los sectores productivos pueden ayudar a fortalecer los vínculos y la comunicación entre el sistema de enseñanza terciaria y otros sectores de la economía". [pp. 12-13]

"...resulta fundamental que los programas de enseñanza e investigación respondan a la evolución de las exigencias de la economía. Las instituciones a cargo de los programas avanzados de enseñanza e investigación deberían contar con la orientación de representantes de los sectores productivos. La participación de los representantes del sector privado en los consejos de administración de las instituciones de enseñanza superior, públicas y privadas, puede contribuir a asegurar la pertinencia de los programas académicos". [p. 79]

"Los incentivos financieros a la investigación conjunta de la industria y la universidad, las pasantías para estudiantes patrocinadas por las empresas, y el empleo de tiempo parcial de profesionales del sector privado para desempeñar labores académicas pueden ayudar a fortalecer los vínculos y la comunicación entre el sistema de enseñanza superior y otros sectores de la economía". [pp. 79-80]

5. A acreditación como mecanismo de control:

"Con el objecto de que los estudiantes hagan selecciones racionales, necesitan recibir información adecuada sobre los costos y la calidad de los cursos en diferentes instituciones, asi como de las oportunidades existentes en el mercado laboral para los graduados en distintas especialidades. Los gobiernos pueden ayudar a elevar la calidad de la educación asegurando que tal información esté ampliamente disponible (por ejemplo, sobre los costos de las instituciones, su desempeño relativo y los salarios en el mercado laboral), y certificando la calidad mediante la acreditación" [páx. 69].

"Los gobiernos pueden ya sea acreditar a las instituciones y establecer procedimientos para reconocer los grados, diplomas y certificados mismos, o permitir que se encarguen de esta función organismos privados de acreditación y asociaciones de profesionales". [p. 69]

"Junto con una mayor autonomía, las instituciones de enseñanza superior deben ser responsables de su desempeño. Esto supone la vigilancia de la calidad de la enseñanza y la investigación que llevan a cabo, la pertinencia de sus programas y la utilización de las subvenciones públicas. También requiere una capacidad de evaluación más compleja que la que muchos gobiernos poseen hoy en día. Los países que dependen de mecanismos de asignación basados en el desempeño están en mejores condiciones de fomentar el empleo eficiente de los recursos públicos".[páx. 72]

6. A calidade e a excelencia: mecanismos de diferenciación interna (do persoal académico) e externa (entre universidades):

  • A diferenciación entre o persoal académico:

"A fin de lograr excelencia académica es esencial contar con un cuerpo docente sumamente competente y motivado, y con el apoyo de la comunidad profesional. La cantidad de personal, los títulos exigidos, la distribución y la remuneración son fundamentales para determinar la calidad de la enseñanza. Aun cuando los títulos académicos del personal (proporción del personal con un doctorado o una maestría) puedan considerarse el mejor indicador de la calidad de una institución, la relación entre la calidad de la enseñanza y la investigación depende de los objetivos de la institución. Sólo en las universidades dedicadas a la investigación o en campos que evolucionan a gran velocidad puede resultar apropiado exigir un doctorado a todo el personal docente superior y basar los ascensos principalmente en los resultados de la investigación. En otras instituciones, decisiones en cuanto a contratación y ascenso del personal deberían atribuir mayor importancia a las aptitudes pedagógicas y administrativas y a la capacidad de supervisión y de servicio". [p. 76]

"Con miras a garantizar la responsabilidad, recompensar la productividad y mejorar la calidad de la investigación, la continuidad del apoyo a esta última debe depender de la publicación de los resultados en revistas especializadas de amplia difusión profesional, tanto a nivel nacional como internacional". [p. 81]

  • A diferenciación entre universidades: Os polos universitarios da excelencia:

 "La organización de los sistemas nacionales de investigación debe regirse por tres principios. En primer lugar, es preferible combinar los estudios y la investigación de posgrado en la misma institución, lo cual mejora tanto la calidad de la enseñanza como de la investigación que, en la mayoría de las ciencias básicas, se suele llevar a cabo más eficazmente en las universidades que en los institutos de investigación estatales. En segundo término, debido a los gastos elevados de personal e instalaciones que significa la enseñanza y la investigación de posgrado en el campo de las ciencias experimentales, es mejor concentrar la investigación y la formación científica avanzada sólo en aquellas instituciones en que se puedan financiar adecuadamente los programas. Tercero, con respecto a la división institucional del trabajo en los sistemas nacionales de investigación, las universidades tienen notables ventajas comparativas en la investigación básica e interdisciplinaria, como consecuencia de su envergadura, su misión de formación y la distribución de recursos en numerosas disciplinas. Hay otras instituciones científicas, públicas y privadas, que resultan más apropiadas que las universidades para llevar a cabo la mayor parte de la investigación aplicada. [pp. 80-81]

"En lo que concierne a las universidades, cada vez se presta más atención a la concentración de recursos en algunas instituciones, sean públicas o privadas, que capaciten a los aspirantes al primer título universitario en campos impor­tantes para el perfeccionamiento de los recursos humanos del país, impartan enseñanza científica avanzada y realicen investigaciones de nivel internacional. Por ende, una proporción creciente de las inversiones del Banco en la enseñanza superior está orientada a prestar apoyo a los centros de excelencia nacionales y regionales". [p. 99].

Publicacións do Banco Mundial

Castilla y León: León y Washington cerrarán el lunes las carreras que compartirán sus campus

¡Americanos, os recibimos con alegría...!Castilla y León: León y Washington cerrarán el lunes las carreras que compartirán sus campus
El equipo rectoral se reunirá con una delegación americana y el Ayuntamiento para cerrar la actividad que tendrá la sede que estará en el Palacio del Conde Luna

Más de tres años después de que comenzarán los contactos con la Universidad de Washington comienzan a vislumbrarse las primeras realidades de una colaboración que pretende traer a 600 estudiantes americanos a León cada año.

Aunque existían algunos acuerdos verbales, no ha sido hasta el último año cuando se han ido cerrando los distintos aspectos que trae consigo el intercambio de alumnos y, sobre todo, la posibilidad de que ambas universidades emitan títulos compartidos. Ésta última cuestión exige una serie de acuerdos que garanticen que los estudios que realizan tanto los estudiantes americanos en León como los leoneses en aquel campus reciban la homologación correspondiente. Además hay que tener en cuenta diversos condicionantes ya que los sistemas educativos son radicalmente distintos.

Por eso, el rector de la ULE, José Ángel Hermida, junto con todos los vicerrectores mantendrán una reunión el próximo lunes con los miembros de la delegación de la Universidad de Washington desplazados hasta la capital leonesa para cerrar de forma definitiva cuál será la colaboración que mantendrán ambos campus.

India: Mumbai business school goes Down Under

India: Mumbai business school goes Down Under
SP Jain Institute of Management Studies, is set to start its own campus in Australia

On the one hand, the higher education sector is agog with talks of the foreign universities bill, and how it will enable overseas institutions to set up shops in India and offer degrees independently.

On the other hand, the city’s leading B-school, SP Jain Institute of Management Studies, is set to start its own campus in Australia. It will start offering Bachelor of Business Administration (BBA) degree down under from this year itself.

“It is a unique and truly global BBA programme with a two-city model. In the four-year programme, students will spend the first two years in Singapore, followed by two years in Sydney,” said Indu Shahani, chair, international advisement, SP Jain, and principal of HR College.

“SP Jain is constructing its own campus at the Sydney Olympic Park precinct. The Australian government has already given it the permission,” she added.

It is the first institute in the city to open a campus in Australia. The Sydney campus will be ready by 2012. SP Jain currently has campuses in Dubai and Singapore.

“There is a great demand for a global programme. A lot of learning happens outside classrooms, and this is significantly enhanced outside one’s native land. It gives you exposure to diverse cultures and business environments,” Nitish Jain, president of SP Jain Centre of Management, said. “Also, we now seek to establish a presence in Sydney with Australian faculty to broaden the experience of students who enrol for our programmes. The twin-country experience will allow students to gain diverse perspectives and help in crafting global managers.”

He added that the degree SP Jain would be awarding will be equivalent to any other Australian degree.

For the BBA programme, students will have to take SP Jain’s internal test.

Those shortlisted will have to go through an evaluation process, following which the selected students will be offered admission.

The application process for the academic year 2010-11 has started.

ADN, 28/04/10

India: For-profit universities not welcome in India

India: For-profit universities not welcome in India

India plans to shut its doors to the world’s public and private universities that operate for profit, thus blithely believing that the move would keep the education sector free of rampant commercialisation. So the University of Phoenix, of the US, or the aggressively expanding Monash University of Australia, or Britain’s first private company-university BPP College of Professional Studies, would not be permitted to set foot in the country.

This fine-print is the third restrictive clause the Union Human Resources Development (HRD) ministry has introduced in the Foreign Education Providers’ Bill, which aims to allow international universities to set up campuses in the country. The other two conditions include forbidding foreign universities from repatriating funds to their home country and setting up a minimum corpus of US $11 million.

Sources said the Bill, passed by the Cabinet, would be introduced in the monsoon session of Parliament. "We are not going to permit every foreign university to come in. For one, universities listed on any stock market as well as for-profit universities would not be allowed to set up campuses in India," said a senior official in the HRD ministry.

Ever since the Cabinet approved the bill with the financial curbs, sceptics have been asking why an Ivy League institution would come to India. Universities have often spoken of India as being an "interesting place", but have not committed to anything more than setting up a research centre or starting joint programmes with domestic institutes.

Tomás Muñoz García: El desembarco de la ‘academia’ anglosajona

Tomás Muñoz García: El desembarco de la ‘academia’ anglosajona
Mientras las universidades públicas están en números rojos por las deudas de las instituciones, centros económicos anglosajones ven en el modelo económico de Bolonia una oportunidad de negocio

La presidenta de la Comunidad de Madrid instalando la primera piedra de la LSE en Majadahonda. Comunidad de Madrid
PRIMERA PIEDRA. La presidenta de la Comunidad de Madrid instalando la primera piedra de la LSE en Majadahonda. Comunidad de Madrid

Las universidades públicas viven permanentemente endeudadas. La mayoría de campus reciben menos fondos de los que necesitan para funcionar, lo que genera desfases en las cuentas. En el caso de la Universidad de León, la deuda de unos 24 millones de euros ha servido como argumento para justificar la no renovación de cien profesores asociados, sin que haya disminuido el número de alumnos. Los mismos rectores advierten de este problema. El de la Universidad de Zaragoza denunció en el parlamento regional que los recursos asignados eran insuficientes para mantener la calidad docente. La Universidad de Cádiz tiene un agujero de 43 millones, la deuda de la de Salamanca ronda los 30 y las universidades valencianas deben tanto que José Pío Beltrán, delegado del CSIC en la comunidad, dice sin reparos que las universidades “no se sabe de quién son, si de las instituciones o de los bancos”.

Aprobado el real decreto que modifica los reales decretos de autorización de centros privados de enseñazas de régimen géneral

Aprobado el real decreto que modifica los reales decretos de autorización de centros privados de enseñazas de régimen géneral, centros privados de artísticas y de centros extranjeros en España

El Consejo de Ministros, a propuesta del ministro de Educación, Ángel Gabilondo, ha aprobado el Real Decreto que modifica el Real Decreto de autorizaciones de centros privados para impartir enseñanzas de régimen general, el Real Decreto de autorización para impartir enseñanzas artísticas y el Real Decreto de régimen de centros docentes extranjeros en España.

Esta nueva normativa se ha aprobado en el marco de las modificaciones normativas necesarias para suprimir barreras al acceso y ejercicio de servicios en el ámbito de la educación y así adecuar la legislación a la ley 17/2009 sobre el libre acceso a las actividades de servicios y su ejercicio.

Las principales novedades introducidas son las siguientes:

  • Las modificaciones aprobadas sobre los reales decretos de centros privados de régimen general y de enseñanzas artísticas son normas aplicables exclusivamente en Ceuta y Melilla
  • Se ha incluido una fase previa de carácter voluntario para que el titular de un centro docente consulte a la Administración educativa la viabilidad del centro proyectado.
  • Se ha eliminado toda mención a una autorización previa y otra definitiva. La autorización provisional se ha sustituido por un informe preceptivo y vinculante.
  • Se han reducido los plazos de respuesta de la Administración educativa.
  • Se han simplificado los procedimientos de autorización, tratando de eliminar trámites innecesarios y facilitar a los interesados su realización.
  • En relación con los centros docentes extranjeros en España, la principal novedad es la identificación de los supuestos en los que se exige solicitar una nueva autorización de apertura y funcionamiento. De este modo, los cambios no esenciales en las condiciones de prestación del servicio no exigirán, como hasta ahora, la tramitación de una nueva autorización.

MEC, 13/02/10

Aprobada la 'ley ómnibus' para la liberalización de los servicios

I love free tradeAprobada la 'ley ómnibus' para la liberalización de los servicios

El Gobierno aprobó ayer la denominada ley ómnibus, que aglutina cambios en 47 leyes para eliminar las trabas burocráticas del sector de los servicios en España y adaptarlo a la directiva de la Unión Europea, tal y como avanzó ayer EL PAÍS.

La nueva normativa elimina las autorizaciones previas a la implantación de una actividad y la obligación de visar los trabajos colegiados, a menos que así se disponga por ley.

María Teresa Fernández de la Vega, vicepresidenta primera, aseguró que estas medidas crearán unos 200.000 empleos e incrementarán el producto interior bruto en un 1,2%.

El País, 13/06/09

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Marco Antonio R. Dias: Educação Superior : Bem Público ou Serviço Comercial Regulamentado pela OMC? (PDF)

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Em julho do ano passado, em Porto Alegre,  abrindo, com uma conferência, uma das jornadas organizadas no marco do Forum Social 2002, ao me referir à nota que algumas organizações universitárias da Europa e da América do Norte tinham lançado contra a decisão da OMC de incluir o ensino superior como um dos doze setores de serviço incluidos no AGCS (GATT em inglês) – Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços (1), não imaginava a que ponto estava interferindo em um setor altamente explosivo.

Porto Alegre, Brasil, 26 de abril de 2002- Reunião de Reitores de Universidades Públicas Ibero-americanas -  IIIa. Cumbre iberoamericana de rectores de universidades estatales

Internacional de la Educación: Se reanudan las negociaciones del AGCS

Internacional de la Educación: Se reanudan las negociaciones del AGCS

Las negociaciones de la OMC relativas a la liberalización del comercio internacional de los servicios, incluida la educación, se han reanudado después de un paréntesis de casi un año.

El presidente del Grupo de negociación de servicios de la OMC, el embajador mexicano Fernando de Mateo, ha anunciado que las intensas negociaciones en torno al Acuerdo General sobre el Comercio de Servicios (AGCS) tendrán lugar del 30 de marzo al 8 de abril.

El embajador ha indicado que las negociaciones se centrarán en todos los sectores e incluirán reuniones de grupos de trabajo sobre los servicios financieros y la regulación doméstica.

Sin embargo, la crisis económica mundial ha arrojado nuevas dudas sobre si los países miembro de la OMC estarán dispuestos a abrir ciertos sectores sensibles, como los servicios financieros, en un momento en que los gobiernos están rescatando a las instituciones financieras y considerando medidas de regulación nuevas.

Entre bastidores, algunos países ya han indicado que retirarán las ofertas que hicieron anteriormente sobre la banca y los servicios de gestión de activos.

En una conferencia de prensa celebrada el mes pasado, Hamid Mamdouh, Director de la división de servicios de la OMC, intentó restar importancia a estas preocupaciones insistiendo en que la liberalización comercial no ha contribuido a la crisis actual.

Eslovaquia: Aprobada la enmienda de la ley universitaria

Eslovaquia: Aprobada la enmienda de la ley universitaria

Anteayer, el Gobierno encabezado por Robert Fico, aprobó sin sugerencias de otros ministerios la enmienda de la ley universitaria propuesta por el Ministro de Educación, Ján Mikolaj. Según la enmienda mencionada, las universidades públicas podrán entrar en todo tipo de relaciones mercantiles, crear sus propias empresas y comerciar con sus propiedades. Las instituciones universitarias podrán también negociar con las subvenciones estatales, pero respetando unas muy estrictas reglas. Según las palabras del jefe de la cartera de Educación, Ján Mikolaj, la única intención de la enmienda es aportar más medios financieros al sector de las universidades públicas y conectar los estudios universitarios con las empresas privadas, especialmente del sector científico. Los estudiantes universitarios podrían así obtener las experiencias necesarias para su trabajo futuro, ya en las instituciones de la mayor educación. La nueva ley universitaria intentará aumentar la cantitad de intercambios estudiantiles de los universitarios eslovacos, ya que las universidades eslovacas empezarán a aceptar los resultados obtenidos en las universidades y facultades extranjeras.

Uno de los cambios significativos que aporta la enmienda de la ley universitaria es la apertura del mercado eslovaco a las universidades extranjeras. Si cumplen todas las condiciones necesarias para su acreditación, recibirán la misma cantitad de recursos económicos como en el caso de las instituciones universitarias públicas. El Ministro de Educación espera que las sucursales de las universidades extranjeras puedan ofrecer otro tipo de estudios universitarios para los alumnos eslovacos y así aumentar la calidad de institutos universitarios de Eslovaquia. A decir de Mikolaj, otra de las intenciones principales de la enmienda propuesta es que el capital privado entren en las universidades eslovacas más rápidamente, usando todas las capacidades humanas y técnicas de las universidades públicas de la República Eslovaca para el desarrollo completo de todos los procesos de investigación y exploración. Según las palabras del ministro, las universidades eslovacas públicas podrán obtener una mejor financiación para todas sus actividades. La enmienda de la ley universitaria ahora pasa a la Asamblea Nacional y serán los diputados del Parlamento los que decidan sobre su versión definitiva.

UNAM: La Universidad Pública en el México de hoy

UNAM: La Universidad Pública en el México de hoy
2º Curso Interinstitucional
Del 15 de agosto al 28 de noviembre de 2008

UNAM

Introducción

La noción de “universidad pública” ha variado con el tiempo. En determinadas circunstancias se identifica, principalmente, con el subsidio gubernamental otorgado a las instituciones; en otras, con el grado de control que ejerce el Estado sobre la formación profesional y la agenda de investigación; en otras más, con la capacidad y las formas de respuesta de las universidades públicas a demandas proyectadas desde la sociedad, el mercado y la esfera política.

El sentido mismo de las nociones de público y privado, elementos claves en la racionalidad del Estado y la sociedad modernas, han cambiado históricamente.  En las últimas décadas estos cambios casi han trastocado las comprensiones clásicas sobre lo público y lo privado y las relaciones entre estas dos dimensiones.

Antecedentes

El curso La universidad pública en el México de hoy es la segunda edición del Curso Interinstitucional organizado por el Seminario de Educación Superior de la UNAM y las entidades participantes en el mismo: el Instituto de Investigaciones Económicas (IIEc), el Instituto de Investigaciones Sociales (IIS), Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación (IISUE) y el Centro Regional de Investigaciones Multidisciplinarias (CRIM).  Debe quedar muy claro que cada uno de los cursos constituye una opción académica diferente, separada, completa y autocontenida que ofrece distintos tipos de certificados y validez académica como cursos independientes en varios posgrados de la UNAM.

Presentación

En este curso se busca que la  temática referente a La universidad pública en el México de hoy se aborde en sus aspectos conceptuales y empíricos mediante la inclusión de diversas perspectivas de análisis, entre las que se incluyen a la filosofía, historia, economía, sociología y política de la universidad.

Asimismo, se busca hacer hincapié en la ponderación de relaciones significativas entre los procesos de transformación social y cultural de nuestra época y las principales vertientes de cambio que, a través de sus instituciones, experimenta hoy en día el sistema público universitario; tomando como eje analítico la distinción entre los procesos públicos y los privados asociados a la educación superior.

Al igual que en su versión anterior, el programa académico se ha organizado en cinco módulos, presentados cada uno de ellos mediante una conferencia magistral temática, y organizados en tres sesiones impartidas por reconocidos especialistas del área.

Objetivo General

El objetivo general del curso es dar a los participantes un panorama general de la educación superior pública en México, en el contexto de los cambios que ocurren a nivel global y nacional. En particular se trata de hacer una caracterizaron del sistema de educación superior público, sus problemas fundamentales, las temáticas y debates que lo recorren y las diversas alternativas de futuro a las que se enfrentan tanto el sistema como las instituciones.

Operación

El programa del curso está organizado en cinco módulos temáticos, cada uno de los cuales consta de una conferencia introductoria, de carácter magistral, y tres sesiones lectivas a cargo de especialistas en la temática (un total de 66 horas presenciales).

Para las conferencias introductorias y las sesiones del curso se tiene prevista una dinámica de trabajo dividida en dos fases: la exposición a cargo del conferencista invitado y el intercambio -preguntas y comentarios- entre el expositor y los alumnos.

Además, los estudiantes contarán con el continuo apoyo de los integrantes del Seminario de Educación Superior, instancia organizadora del programa, para la mejor comprensión de los contenidos del curso, la realización de los trabajos prácticos previstos, y la comprensión  de las lecturas obligatorias y recomendadas para cada módulo y sesión.

Transmisión

El curso será transmitido, a todo público, vía web-cast y a través de video conferencias en aquellos Centros Académicos que establezcan convenio con el Seminario de Educación Superior para este propósito.


Transmisión de las conferencias por webcast

Comité organizador del Curso Interinstitucional 2008

Orienta

Programa

Seminario de Educación Superior

Coordinador: Humberto Muñoz García

Comité Directivo:

  • José Narro Robles. Presidente. Rector de la Universidad
  • Jorge Basave Kunhardt, Director del Instituto de Investigaciones Económicas
  • Lourdes Chehaibar Nader, Directora del Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Rosalba Casas Guerrero, Directora del Instituto de Investigaciones Sociales
  • Ana María Chávez Galindo, Directora del Centro Regional de Investigaciones Multidisciplinarias
  • Manuel Durand Ponte, Investigador del Instituto de Investigaciones Sociales

Investigadores:

  • Armando Alcántara Santuario, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Alejandro Canales Sánchez, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Ángel Díaz Barriga Casales, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Susana García Salord, Instituto de Investigaciones en Matemáticas Aplicadas y Sistemas
  • Raúl Domínguez Martínez, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Rafael Loyola Díaz, Instituto de Investigaciones Sociales
  • Alejandro Márquez Jiménez, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Jorge Martínez Stack, Orienta: Instituto Mexicano de Orientación y Evaluación Educativa
  • Javier Mendoza Rojas, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Imanol Ordorika Sacristán, Instituto de Investigaciones Económicas
  • Herlinda Suárez Zozaya. Centro Regional de Investigaciones Multidisciplinarias
  • Roberto Rodríguez Gómez, Instituto de Investigaciones Sociales
  • Judith Zubieta García, Instituto de Investigaciones Sociales
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