Empresarialización

Empresarialización

Antón Losada: Gallaecia Fulget

Antón Losada: Gallaecia Fulget

Nuncap tan cierto fue el lema del quinto centenario de la universidad compostelana. Da gusto leer y oír las noticias. Un fulgor de protesta y libertad sacude esa Galicia átona y triste que nos dejó octubre Incluso en este país en estado de censura constante, hemos podido enterarnos de que estudiantes y profesores se ha echado a la calle contra una ley que es el mayor ataque perpetrado jamás contra la universidad pública gallega.

México: Padecen universidades la reforma educativa del BM

México: Padecen universidades la reforma educativa del BM
Sistemático ataque a la UNAM: Saxe-Fernández
Alerta el investigador sobre créditos e impuesto a graduados

Las universidades públicas de América Latina enfrentan las estrategias que impulsa la agenda para la "reforma" educativa del Banco Mundial (BM), cuyos conceptos fundamentales para la docencia y la investigación son privatización, desregulación y "orientación por el mercado". (Sigue)

La Jornada, 07/08/00

Marilena Chauí: Universidade em liquidação

Marilena Chauí: Universidade em liquidação
Marilena Chaui é professora no departamento de filosofia da Universidade de Sao Paulo (Brasil)

Volta à baila uma afirmação que, vira-e-mexe, reaparece na cena política: a da universidade pública paga como "uma questão de justiça social". A novidade, agora, está em considerar-se que tal medida já não corre o risco de impopularidade junto à opinião pública porque a sociedade brasileira, de um lado, teria absorvido a idéia de que o mercado é a "ultima ratio" da realidade e, de outro, será sempre favorável a medidas governamentais que, dizem alguns, tratam de "beneficiar maiorias em detrimento de minorias", mesmo que essas esperneiem com a perda de privilégios.

Essa cantilena populista não é nova. Foi entoada nos anos 70 e 80 com o refrão "os ricos devem pagar pelos pobres". Curiosamente, porém, não a ouvimos quando o governo despejou bilhões para beneficiar bancos e banqueiros, os quais, até prova em contrário, não parecem constituir exatamente a camada dos pobres. Também não a ouvimos nos processos de privatização da saúde e seus planos escorchantes. Nem quando se trata de definir as concessões para as telecomunicações. Por alguma razão insólita, volta e meia, no país dos 10 milhões de desempregados a idéia de começar a justiça social pela cobrança do ensino universitário público parece incendiar corações e mentes. Mais surpreendente ainda é a aparente recepção positiva dessa idéia num país que não consegue acertar a declaração do Imposto de Renda nem taxar as grandes fortunas e que, portanto, não tem como saber legalmente quem são os ricos.

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