Políticas xerais

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Fim da ficção da democracia burguesa

"E nasce o caos, a confusao das línguas, e misturam-se as propostas mais loucas com a verdade mais brilhante.

Abandonamos assim a nossa ligeireza de ontem. Desacostumados a pensar, contentes com a vida do dia para dia, hoje estamos desarmados face a treboada. Tínhamos mecanizado a vida, tínhamos mecanizado nós próprios. (...) Éramos místicos inconscientemente". António Gramsci: "Faz falha que mudemos nós próprios", 24 de novembro de 1917.

"Siento que está en decadencia esta cumbre de jefes de Estado. Es como decir que cada año hay que rendir cuentas al rey. ¿Qué mensaje da eso en Latinoamérica?", Evo Morales sobre a Cimeira Iberoamericana deste ano, palavras aplicáveis pela cidadania de toda a parte à cimeira do euro e do G-20.

Os recentes acontecimentos em Grécia, o referendo non nato, revelaram até onde é que chega a podridão da democracia burguesa e tornou evidente até onde é que esta é uma concessão amável da grande burguesia mundial para os períodos alegres do capitalismo. Tornou-se palmatorio que faz falha uma outra democracia.

Um resultado negativo no referendo sobre o segundo "resgate" de Grécia provocaria a suspensão de pagos desse país (em rigor um estado não pode quebrar, porque não pode ser liquidado). O primeiro acordo para resgatar a Grécia chegara em março de 2010 ao se seguiram recortes e uma suicida política de "austeridade" na onda da ortodoxia ultraliberal. Um ano depois, criava-se o primeiro Pacto do Euro (mais bem "pauto") e Portugal pedia oficiosamente ajuda

Assim chegamos ao passado mês de outubro onde os "expertos" da UE falavam de "expectativas quase cumpridas", ao ampliar o fundo de resgate até 1 bilião de euros e pactuou a recapitalização da banca (150.000 milhões de euros) ao tempo que recortava em gasto público (especialmente gasto público social) por toda a parte. Aliás, a oferta de participar no fundo de "resgate" ao FMI e a China, em lugar de pôr ao BCE a fabricar euros que é a sua competência, supõe uma cessão de poder sem precedentes a terceiros estados com interesses mal dissimulados.  Aliás, conver lembrar que por cada mil milhões que ficam imobilizados por mor da recapitalização, 10.000 retiram-se do crédito o que se traduz, segundo Buster e Doménech, na perda 500.000 postos de trabalho e uma contracção de 2'5% do PIB. A cimeira do euro também acordou que seja o fundo de "regate" (FEEF) e não o BCE quem compre dívida pública do Estado espanhol o que repercutirá em "axustes brutais" (só em 2012 há que refinanciar 300.000 milhões de euros em dívida pública no Estado espanhol)  ao ter que pagar por esses quartos.

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PSOE e CiU recorrem mais uma vez ao garrote vil sobre a classe operária e aprovam aumento da idade de reforma até os 67 anos

Antom Fente Parada: PSOE e CiU recorrem mais uma vez ao garrote vil sobre a classe operária e aprovam aumento da idade de reforma até os 67 anos

O Congresso dos Deputados do Reino de Espanha aprovou, também com o voto do "esquerdista" Rubalcaba,  a reforma das aposentadorias que elava a idade de reforma até os 67 anos. 

O Governo alcançou um acordo com o partido de direita catalão CiU. A Câmara baixa deu o seu visto bom após aceitar quarenta emendas do Senado à "Lei de Actualización y modernización del sistema de Seguridad Social", que entrará em vigor em 2013 e fixa os 67 anos para reformar-se com uma cotização de 37 anos e mantém os 65 anos atuais apenas para as pessoas que cotizaram 38 anos e 6 meses. 

Num contexto de precariedade os 65 anos mantenhem-se apenas para aquelas pessoas que, paradoxalmente, têm empregos estáveis e bons, por exemplo empresários, ou seja, os que menos precisariam reformar-se aos 65 anos. Num contexto de emprego submergido que chega ao 8% do PIB, com precariedade,com o PP ameaçando com novas reformas laborais… quem é que vai cotizar 37 anos? Com um desemprego superior ao 20% e um atroz desemprego juvenil superior a 40% e umha precariedade laboral de 33% a reforma não vai encaminhada a assegurar a Segurança Social, mas a promocionar os fundos de pensões privados, para maior glória da banca. 

Por se for pouco, e como o antigo dirigente de Die Linke em Alemanha advertia (Oskar Lafontaine), as aposentadorias reduziram-se muito porque os anos que se terão em conta para calcular a quantia da aposentadoria passam dos 15 atuais para 25. Isto traduzido à prática quer dizer que as aposentadorias se reduzirão 20% ao ampliar o cômputo a 25 anos e a idade de retiro a 67 anos. Se temos em conta que as aposentadorias da Galiza são as mais baixas do Estado espanhol com diferença o panorama não pode ser mais desolador para o futuro de milhares e milhares de galegos.

A nova reforma, como todas as realizadas no eido do trabalho, é mais uma volta de porca do poder justificada "por el bien de todos" e baseada nos mesmos argumentos falaces de sempre (aqui e aqui). Assistimos assim, infelizmente com pouca contestação social, a mais uma reforma, a sexta do sistema de pensões e a oitava da Segurança Social, que exigirá para as reformas antecipadas aos 63 anos 33 anos cotizados… Um sumandum dificilmente camuflável com a inclusão dos empregados do fogar no Regime Geral da Segurança Social a partir do 1 de janeiro de 2012 ou com obrigar às empresas de mais de 500 trabalhadores que obtenham benefícios (com o doado que é manipular a contabilidade) e iniciem um ERE  a  assumir o pago do subsídio por desemprego dos despedimentos..

Em resumo, outra labaçada na cara da classe trabalhadora, nesta não luta, mas malheira de classes.

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Antom Fente Parada: Dossier economia

Antom Fente Parada: Dossier economia

O orzamento debe equilibrarse, o Tesouro debe ser reaprovisionado, a débeda pública debe ser diminuída, a arrogancia dos funcionarios públicos debe ser moderada e controlado o seu gasto, e a axuda a outros países debe eliminarse para que Roma non vaia á bancarrota. A xente debe apreender novamente a traballar, en lugar de vivir á conta do Estado. Marco Tulio Cicerón, ano - 55.

Dados os acontecimentos que sacudiron a Eurolandia nos últimos días e no risco inminente de quebra e intervención da troika no Estado español (que se efectivará probabelmente despois das eleccións xerais) o Grupo de Traballo da Mocidade Irmandiña achegamos um dossier com chaves para introducírmonos na economía e para interpretar o que acontece neste inicio dunha nova depresión, aínda máis profunda, dentro do ciclo destrutivo iniciado no sistema-mundo capitalista em 2008.  Esta crise foi analizada sinteticamente por Xosé Manuel Beiras en "Brañas e a crise que non cesa" (I, II, III, IV e V) e dun xeito atractivo e moi levadeiro no documentario Inside Job.

 Un sistema que asiste a "unha perda de confianza" sen precedentes como aponta Leonardo Boff e que os marxistas veñen denunciando desde a irrupción da utopía reaccionaria ultraliberal:

Estamos nos confrontando com esse dilema: ou deixamos as coisas correrem assim como estão e então nos afundaremos numa crise abissal ou então nos empenharemos na gestação de uma nova vida social, capaz de sustentar um outro tipo de civilização. Os vínculos sociais novos não se derivarão nem da técnica nem da política, descoladas da natureza e de uma relação de sinergia com a Terra. Nascerão de um consenso mínimo entre os humanos, a ser ainda construído, ao redor do reconhecimento e do respeito dos direitos da vida, de cada sujeito, da humanidade e da Terra, tida como Gaia e nossa Mãe comum. A essa nova vida social devem servir a técnica, a política, as instituições e os valores do passado. Sobre isso venho pensando e escrevendo já pelo menos há vinte anos. Mas é voz perdida no deserto. “Clamei e salvei a minha alma” (clamavi et salvavi animam meam), diria desolado Marx. Mas importa continuar. O improvável é ainda possível.

Alejandro Nadal fala dunha "Media noite na economía mundial", pois a austeridade conduce ao sistema-mundo capitalista para un beco sen saída e confirma o pronóstico da crise em W que está prestes a vir, unha segunda crise moitísimo máis forte nos centros capitalistas (Xapón, EUA e Eurolandia) e que probabelmente comece no sector financeiro chinés tal e como o crack do 29 (na época da hexemonía británia na fase do declive e, xa que logo, da financiarización e que puxo fin á globalización ordenada polo Imperio británico) comezou en Wall Street, ou sexa, na potencia hexemónica que após o caos da II Grande Guerra (1939-1945) remataría por por orde no sistema-mundo arredor de Wall Street e os acordos de Bretton Woods, dinamitados na crise-sinal da Guerra do Vietnán. Algúns autores, porén, como é o caso de Boff vén nesta a crise terminal do capitalismo porque a súa expansión cada vez máis grande (desde o proto-estado nerlandés, ao estado-continente-imperio norteamericano, pasando polo estado-nación-imperio británico) tópase por vez primeira cunha imposibilidade de orde física: o finito dos recursos do planeta. Marshall Auerback coincide na diagnose no seu artigo "Tempo de pánico" e denuncia que se está xogando para un foxo ao 95% da poboación mundial:

Os governos de vinte e oito países desenvolvidos atuaram de concerto para fazer baixar o preço do petróleo e salvar a recuperação económica mundial. Nestes últimos dez dias, os investidores profissionais, os especuladores e os habituais manipuladores parceiros de viagem conseguiram torcer o braço desses governos, forçando de novo uma alça nos preços do cru. À vista do qual, e do terrível frente de dados económicos procedentes ultimamente da Europa, melhor fariam esses governos em procurar de novo uma via para evitar a especulação sobre os preços dos alimentos e dos combustíveis: caso contrário, a Grande Recessão, Segunda Parte, aguarda-nos à volta do canto.

La Universidad española en cifras 2010

La Universidad española en cifras 2010

Como viene ocurriendo cada dos años desde el 2000, y en respuesta al compromiso institucional de transparencia y rendición de cuentas a la sociedad española, la CRUE ha editado el informe la “Universidad Española en Cifras 2010”, que ha sido presentado hoy en la Biblioteca Nacional de España ante personalidades de la comunidad universitaria e instituciones relacionadas con el ámbito de la educación superior.

El objetivo de esta publicación es proporcionar una información objetiva, así como dar a conocer los principales datos y cifras de las universidades españolas y, de esta forma, mostrar una fiel radiografía del sistema universitario español. 

CRUE, 15/02/11

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Juan Carlos Pardo Pérez e Alfonso García Tobío: O Banco Mundial e a Educación Superior

Juan Carlos Pardo Pérez e Alfonso García Tobío: O Banco Mundial e a Educación Superior

Desde a Conferencia de Jomtien, en 1990, o Banco Mundial (unha das principais instancias da globalización neoliberal) convertiuse no maior promotor de políticas educativas, tanto desde un punto de vista financeiro como de asesor externo, en tódolos países do mundo, pero de forma especial nos países non desenvolvidos e/ou en situación de crise económica. As súas receitas non recoñecen diferenzas culturais, sociais, políticas ou económicas, en boa medida porque asume que a educación non é unha cuestión política (só hai unha política posible, que é a que define o propio Banco), senón un asunto meramente técnico. Os países que, por razóns da súa débeda externa, queiran acceder aos préstamos do Banco Mundial, son obrigados a realizar "axustes estruturais" (como recortes nos gastos sociais, privatización de empresas e servizos públicos, liberalización comercial, eliminación do control de prezos e dos subsidios do estado, garantías para os inversores, etc.) e a aceptar as políticas educativas deseñadas desde unha perspectiva neoliberal.

O modelo educativo que o Banco Mundial propón ten un sesgo economicista, e preséntase ante a opinión pública como unha necesidade de modernización social, de igual modo en que, tras o golpe de estado de Pinochet, non dubidou en calificar a reforma educativa chilena, respaldada polo propio Banco, como unha "lección de pragmatismo" (véxase Katarina Tomasevski, "El asalto a la educación").

O Banco Mundial, 1) modifica a natureza da educación como un "dereito", para redefinilo como unha inversión que cada quen, en función das súas expectativas e prioridades, decida acometer; 2) pon límites ao estado no finanzamento do sistema educativo, transferindo ás familias e ós individuos a responsabilidade do gasto en educación; 3) a única prioridade que o Banco Mundial recoñece aos gobernos é a educación básica que, someténdoa en todo caso aos principios de privatización e de liberdade de elección dos pais, debe ser garantida polo estado por entender que é a educación que proporciona maiores tasas de retorno social.

O citado modelo está sendo aplicado con decisión estratéxica en todo o mundo, primeiro nunhas rexións xeográficas, despois noutras, no momento en que as condicións son propicias para as reformas. Desenvoltas con rigor en Latinoamérica durante a década dos noventa, foron xulgadas en 2003 (véxanse as declaracións a La Jornada) por oito reitores das universidades máis importantes de América Latina como "o pior que lles puido ter pasado"; conduce "á agonía" do sistema público universitario por asfixia financeira; fomenta "un estudiante que dá máis valor ás conquistas individuais que ás sociais", afirma Pietro Novellino, Reitor da Universidade de Río de Janeiro. María Isabel Rodríguez, Reitora da Universidade de El Salvador di que a universidade pública ten a responsabilidade de "analizar e concienciar sobre os efectos devastadores dun sistema que está por enriba do social e que o único que lle importa é o diñeiro". O Reitor da Universidade Nacional de Colombia, Víctor Manuel Moncayo Cruz, advirte que o neoliberalismo non comparte "a idea central de autonomía universitaria, pois a considera oposta ás necesidades de eficiencia. En tal dirección busca que as universidades sexan simples captoras de recursos para garantir resultados cuantificables e efectos sociais requiridos polo mercado"...

Unha visión máis pormenorizada (sobre todo no que afecta ao traballo do profesorado) do modelo que para a educación superior ten o Banco Mundial pode atoparse no noso artigo "Sintomatoloxía boloñesa: xerencialismo, calendario académico e intensificación do traballo do profesorado". Para a súa análise levamos a cabo unha revisión de bastantes dos documentos que o propio Banco ten sobre a educación en xeral e sobre a educación universitaria en particular. Aquí, para ilustrar o pensamento deste organismo, facemos unha escolma de citas do documento publicado en 1995 titulado "La enseñanza superior. Las lecciones derivadas de la experiencia". Poderase comprobar que as grandes liñas das reformas que actualmente se impoñen ás universidades, incluíndo os recortes presupostarios, xa estaban establecidas polo Banco Mundial en data tan temperá, utilizando o mesmo "argumentario" que hoxe se presenta como novidoso.

1. Prelación da educación básica:

"… se puede aducir que la enseñanza superior no debiera tener mayor derecho a utilizar los recursos fiscales disponibles para la educación en muchos países en desarrollo, en especial los que aún no han logrado acceso, equidad y calidad adecuados en los niveles primario y secundario". [páx. 3]
"...hay pruebas de que las inversiones en el nivel terciario tienen tasas de rentabilidad social más bajas que las inversiones en enseñanza primaria y secundaria, y que las inversiones en educación básica pueden también incidir más directamente en la reducción de la pobreza, puesto que tienden a mejorar la igualdad de los ingresos". [páx. 14]

2. A retórica da "crise" económica permanente, vale tanto para cando a economía vai ben, como para cando vai mal:

"Debido a las sombrías perspectivas económicas, no es probable que el financiamiento fiscal destinado a la educación superior aumente considerablemente en este decenio". [p. 27]

3. Diversificación da base financeira das universidades, diminución dos recursos dos estados e privatización da educación superior:

"La reforma de la enseñanza superior, y en especial las estrategias para movilizar un mayor financiamiento privado a nivel postsecundario mediante la participación en los gastos y el fomento de las instituciones privadas, puede ayudar a los países a liberar algunos de los recursos públicos que se requieren para mejorar la calidad y el acceso a los niveles primario y secundario. Por consiguiente, los préstamos del Banco Mundial para la enseñanza superior tienen otra justificación importante: apoyar los esfuerzos de los países para adoptar reformas de política que permitan al subsector funcionar en forma más eficiente y a un menor costo público. Se seguirá dando prioridad a los países dispuestos a adoptar un marco de políticas en materia de educación superior que haga hincapié en la estructura diferenciada de las instituciones y una base de recursos diversificada y mayor importancia a los proveedores y al financiamiento privados. [páx. 14]
  • Segundo o Banco Mundial, é necesario: "Fomentar la mayor diferenciación de las instituciones, incluido el desarrollo de instituciones privadas" [páx. 4]

"Los gobiernos pueden fomentar el desarrollo de la educación terciaria privada a fin de complementar las instituciones estatales como medio de controlar los costos del aumento de la matrícula de la educación superior, incrementar la diversidad de los programas de enseñanza y ampliar la participación social en el nivel terciario.Un resultado importante derivado de los casos que han tenido éxito es que el fomento por el gobierno del sector privado en la enseñanza superior requiere un marco de políticas y reglamentos que evite los desincentivos, como los controles de precios de las matrículas, y que incluya mecanismos de acreditación, fiscalización y evaluación de las instituciones privadas. Algunos países han proporcionado también incentivos financieros para estimular el establecimiento de instituciones privadas en razón de que constituyen un medio para ampliar las matrículas a un costo público más bajo.[páx. 6]
"La mayor diferenciación en la enseñanza superior, o el desarrollo de instituciones no universitarias y el fomento de establecimientos privados, puede contribuir a satisfacer la creciente demanda social de educación postsecundaria y hacer que los sistemas del nivel terciario sean más sensibles a las necesidades cambiantes del mercado laboral". [páx. 5]
"… la matrícula en las instituciones de enseñanza terciaria no universitaria, tanto públicas como privadas, ha aumentado con mayor rapidez que en las universidades tradicionales. Incluyen politécnicos, institutos profesionales y técnicos de ciclos cortos, cornmunity colleges (institutos públicos de estudios postsecundarios que ofrecen dos años de enseñanza académica o profesional) y programas de enseñanza a distancia. Sus costos más bajos resultan atractivos para los estudiantes y son más fáciles de establecer por los proveedores privados. En los casos en que más éxito han tenido, las instituciones no universitarias imparten instrucción que responde en forma flexible a las demandas del mercado laboral… [páx. 6]
"La principal ventaja de esas instituciones es el menor costo de los programas, que es el resultado de los cursos más breves, las tasas de deserción más bajas y el menor gasto anual por estudiante". [p. 34]

"La educación a distancia puede ser eficaz para aumentar a un costo moderado el acceso de los grupos desfavorecidos, […]Los programas de educación a distancia son generalmente mucho menos costosos que los programas universitarios corrientes, dado el más alto número de estudiantes por maestro". [p. 36-37]

  • O Banco Mundial aposta por poñer en marcha políticas que favorezan o finanzamento privado

"Participación de los estudiantes en los gastos. Se puede fortalecer la base financiera de la enseñanza pública de nivel superior mediante una mayor participación de los estudiantes en el financiamiento de sus estudios, los que pueden prever ingresos considerablemente mayores en el curso de sus vidas como resultado de haber recibido enseñanza superior y que a menudo provienen de familias con suficientes recursos para contribuir a los costos de su educación. La participación en los gastos puede lograrse mediante derechos de matrícula y la eliminación de subsidios de los costos no relacionados con la instrucción. Los gobiernos pueden permitir que las instituciones públicas establezcan sus propios derechos de matrícula sin intervenir…". [páx. 7]

"El financiamiento proveniente de los ex alumnos, la ayuda externa y los organismos crediticios. Las donaciones de ex alumnos y de la industria privada constituyen una segunda fuente de recursos privados". [páx. 7]

"Estas contribuciones, que son básicamente regalos hechos a las universidades, pueden adoptar varias formas, entre ellas fondos para la construcción de nuevas instalaciones o la institución de cátedras, la donación de equipo científico, libros y obras de arte o el suministro de becas para estudiantes necesitados". [p. 47]

"Actividades que generan ingresos. Los gobiernos pueden alentar a las instituciones públicas de nivel postsecundario a llevar a cabo actividades que generen ingresos, como cursos de corto plazo, investigaciones contratadas por la industria y servicios de consultoría". [páx. 7]

Cursos de capacitación breves. Los cursos breves para empresas o particulares, organizados para complementar la enseñanza regular y las actividades de investigación, pueden generar ingresos considerables. Además, pueden proporcionar ingresos adicionales al personal, generar más ingresos a las universidades y proporcionar a la economía conocimientos pertinentes relacionados con el mercado. [p. 48]

"Contratos de investigación. Los contratos de investigación pueden incluir servicios comerciales y estudios económicos para los gobiernos y la industria privada, además de investigaciones científicas y tecnológicas aplicadas. [p. 48]

  • Impulso dos créditos aos estudiantes:

"La participación en los gastos no puede aplicarse equitativamente sin que funcione un programa de préstamos estudiantiles que ayude a los que necesitan obtener préstamos para su educación". [páx. 8]

[O Banco Mundial propón facer “máis eficiente” o sistema de préstamos]. "Estos programas requieren sistemas de cobranza eficientes, con incentivos para reducir al mínimo la evasión y el incumplimiento de pago. Las tasas de interés deben fijarse a niveles que resulten positivos en términos reales para que los programas de préstamos sean sostenibles desde el punto de vista financiero. Otro enfoque a la programación de los pagos consiste en fijarlos de tal manera que los iniciales sean más pequeños que los posteriores para que se aproximen a la tendencia en cuanto a los ingresos previstos. Estos planes de pagos escalonados pueden minimizar la carga para los graduados y mejorar las tasas de recuperación de los préstamos". [páx. 51]

4. O goberno das universidades:

  • A autonomía como excusa:

"La descentralización de todas las funciones administrativas claves (entre ellas las atribuciones para fijar derechos de matrícula, contratar y despedir personal, y utilizar asignaciones presupuestarias en forma flexible en las distintas categorías de gastos), asignándolas a las propias instituciones de enseñanza superior es una condición sine qua non para el éxito de las reformas, sobre todo en lo relacionado con la diversificación del financiamiento y la utilización más eficiente de los recursos". [páx. 11]

"Las instituciones de nivel terciario deben estar en condiciones de ejercer un control significativo sobre los factores principales que influyen en sus costos. Cada institución debería poder establecer los requisitos de admisión, determinar los derechos de matrícula y otros cargos, y determinar los criterios que deben cumplirse para proporcionar asistencia financiera a los estudiantes necesitados, con el fin de asegurar que el número y la distribución de los estudiantes nuevos sea compatible con sus recursos. Las instituciones deberían tener, igualmente, la facultad de contratar y despedir personal dado que representa una partida importante de gastos en la mayoría de las instituciones de enseñanza superior". [p. 71]

"Esta flexibilidad es esencial para que las universidades puedan establecer programas que respondan a las nuevas demandas del mercado laboral y controlar los costos reduciendo personal docente cuando la proporción entre profesores y estudiantes esté por debajo de los niveles de eficiencia. Las escalas de sueldos deberían fijarse de manera independiente en las diversas instituciones, de modo que puedan atraer a profesores de buena calidad". [p. 72]

"La autonomía y la responsabilidad tienen también consecuencias en la estructura de gestión y la administración de las instituciones. Una estructura independiente podría incluir una asamblea constituida por miembros de la comunidad universitaria, un consejo secular de administración con amplia representación de la comunidad general, y un rector o vicerrector de probada competencia en administración designado por el consejo siguiendo las recomendaciones de la asamblea". [p. 72]

  •  A orientación económica da educación superior:

"En el contexto de las estrategias de crecimiento económico basadas en innovaciones tecnológicas, reviste importancia fundamental que las instituciones a cargo de los programas avanzados de enseñanza e investigación cuenten con la orientación de representantes de los sectores productivos. La participación de representantes del sector privado en los consejos de administración de las instituciones de nivel terciario, públicas o privadas, contribuye a asegurar la pertinencia de los programas académicos. Los incentivos financieros a programas conjuntos de investigación entre industrias y universidades, pasantías para estudiantes patrocinadas por las empresas y nombramientos académicos de tiempo parcial para profesionales de los sectores productivos pueden ayudar a fortalecer los vínculos y la comunicación entre el sistema de enseñanza terciaria y otros sectores de la economía". [pp. 12-13]

"...resulta fundamental que los programas de enseñanza e investigación respondan a la evolución de las exigencias de la economía. Las instituciones a cargo de los programas avanzados de enseñanza e investigación deberían contar con la orientación de representantes de los sectores productivos. La participación de los representantes del sector privado en los consejos de administración de las instituciones de enseñanza superior, públicas y privadas, puede contribuir a asegurar la pertinencia de los programas académicos". [p. 79]

"Los incentivos financieros a la investigación conjunta de la industria y la universidad, las pasantías para estudiantes patrocinadas por las empresas, y el empleo de tiempo parcial de profesionales del sector privado para desempeñar labores académicas pueden ayudar a fortalecer los vínculos y la comunicación entre el sistema de enseñanza superior y otros sectores de la economía". [pp. 79-80]

5. A acreditación como mecanismo de control:

"Con el objecto de que los estudiantes hagan selecciones racionales, necesitan recibir información adecuada sobre los costos y la calidad de los cursos en diferentes instituciones, asi como de las oportunidades existentes en el mercado laboral para los graduados en distintas especialidades. Los gobiernos pueden ayudar a elevar la calidad de la educación asegurando que tal información esté ampliamente disponible (por ejemplo, sobre los costos de las instituciones, su desempeño relativo y los salarios en el mercado laboral), y certificando la calidad mediante la acreditación" [páx. 69].

"Los gobiernos pueden ya sea acreditar a las instituciones y establecer procedimientos para reconocer los grados, diplomas y certificados mismos, o permitir que se encarguen de esta función organismos privados de acreditación y asociaciones de profesionales". [p. 69]

"Junto con una mayor autonomía, las instituciones de enseñanza superior deben ser responsables de su desempeño. Esto supone la vigilancia de la calidad de la enseñanza y la investigación que llevan a cabo, la pertinencia de sus programas y la utilización de las subvenciones públicas. También requiere una capacidad de evaluación más compleja que la que muchos gobiernos poseen hoy en día. Los países que dependen de mecanismos de asignación basados en el desempeño están en mejores condiciones de fomentar el empleo eficiente de los recursos públicos".[páx. 72]

6. A calidade e a excelencia: mecanismos de diferenciación interna (do persoal académico) e externa (entre universidades):

  • A diferenciación entre o persoal académico:

"A fin de lograr excelencia académica es esencial contar con un cuerpo docente sumamente competente y motivado, y con el apoyo de la comunidad profesional. La cantidad de personal, los títulos exigidos, la distribución y la remuneración son fundamentales para determinar la calidad de la enseñanza. Aun cuando los títulos académicos del personal (proporción del personal con un doctorado o una maestría) puedan considerarse el mejor indicador de la calidad de una institución, la relación entre la calidad de la enseñanza y la investigación depende de los objetivos de la institución. Sólo en las universidades dedicadas a la investigación o en campos que evolucionan a gran velocidad puede resultar apropiado exigir un doctorado a todo el personal docente superior y basar los ascensos principalmente en los resultados de la investigación. En otras instituciones, decisiones en cuanto a contratación y ascenso del personal deberían atribuir mayor importancia a las aptitudes pedagógicas y administrativas y a la capacidad de supervisión y de servicio". [p. 76]

"Con miras a garantizar la responsabilidad, recompensar la productividad y mejorar la calidad de la investigación, la continuidad del apoyo a esta última debe depender de la publicación de los resultados en revistas especializadas de amplia difusión profesional, tanto a nivel nacional como internacional". [p. 81]

  • A diferenciación entre universidades: Os polos universitarios da excelencia:

 "La organización de los sistemas nacionales de investigación debe regirse por tres principios. En primer lugar, es preferible combinar los estudios y la investigación de posgrado en la misma institución, lo cual mejora tanto la calidad de la enseñanza como de la investigación que, en la mayoría de las ciencias básicas, se suele llevar a cabo más eficazmente en las universidades que en los institutos de investigación estatales. En segundo término, debido a los gastos elevados de personal e instalaciones que significa la enseñanza y la investigación de posgrado en el campo de las ciencias experimentales, es mejor concentrar la investigación y la formación científica avanzada sólo en aquellas instituciones en que se puedan financiar adecuadamente los programas. Tercero, con respecto a la división institucional del trabajo en los sistemas nacionales de investigación, las universidades tienen notables ventajas comparativas en la investigación básica e interdisciplinaria, como consecuencia de su envergadura, su misión de formación y la distribución de recursos en numerosas disciplinas. Hay otras instituciones científicas, públicas y privadas, que resultan más apropiadas que las universidades para llevar a cabo la mayor parte de la investigación aplicada. [pp. 80-81]

"En lo que concierne a las universidades, cada vez se presta más atención a la concentración de recursos en algunas instituciones, sean públicas o privadas, que capaciten a los aspirantes al primer título universitario en campos impor­tantes para el perfeccionamiento de los recursos humanos del país, impartan enseñanza científica avanzada y realicen investigaciones de nivel internacional. Por ende, una proporción creciente de las inversiones del Banco en la enseñanza superior está orientada a prestar apoyo a los centros de excelencia nacionales y regionales". [p. 99].

Publicacións do Banco Mundial

L’Université contemporaine: un bateau à la dérive?

Université_bateau_dériveL’Université contemporaine: un bateau à la dérive?

C’est dans les termes de cette opposition, inimaginables il y a vingt ans, qu’il faut formuler l’enjeu central auquel les universités sont confrontées aujourd’hui. Demeurer des lieux de réflexion indépendants ou se transformer en entreprises régies par le marché, c’est entre ces deux options qu’elles doivent choisir la figure de leur présent et de leur avenir.

Plusieurs estiment même que cette alternative, à toutes fins utiles, n’existe plus et que les universités n’auraient d’autre destin que l’adaptation aux « réalités contemporaines », c’est-à-dire aux « lois économiques » qui régissent désormais notre monde. Leur mutation, sinon leur métamorphose, en organisation bureaucratique commandée par une logique utilitariste serait donc aussi incontournable qu’inéluctable : une fatalité annoncée et programmée.

C’est cette thèse que les collaborateurs de ce cahier remettent fortement en question dans leurs analyses à partir d’un postulat différent : seul ce qu’on accepte et à quoi on se résigne est incontournable et inéluctable.

Analyses et discussions, no 8, printemps 2006, 85 pp. Montréal: SPUQ, Le Syndicat des professeurs de l’UQÀM

Gabilondo: «El pacto educativo es viable porque ahora hay voluntad política»

Gabilondo: «El pacto educativo es viable porque ahora hay voluntad política»

Inquilino desde hace ocho meses del Ministerio de Educación, el profesor Ángel Gabilondo presume de que, cuando tres discuten, tiene oídos para fijarse en las cosas en las que coinciden. Debe de ser verdad, porque está en la buena senda para sellar un acuerdo inédito.

- Usted persigue un pacto político por la educación, pero eso no garantiza un acuerdo social.

- No creo en un pacto educativo sin el profesorado, las familias, los agentes sociales y las entidades que forman parte de la comunidad educativa. Lo que ocurre es que al ser la estabilidad normativa una de las preocupaciones del pacto hay que buscar el acuerdo del PP, de la oposición que aspira a gobernar. Pero sí, un pacto político es insuficiente. Hay una gran demanda social, que es una de las cosas que a mí más me anima, y la voluntad política tiene que estar a la altura de ello.

- ¿Cuáles son esas siete u ocho cuestiones alrededor de las que usted opina que debería fraguarse el compromiso?

- Una es la estabilidad normativa. Nuestra idea no es hacer una nueva ley de educación. Otra cosa es que, como consecuencia del pacto, haya que introducir algunas modificaciones en las leyes. La educación infantil hasta los 3 años es otro de los grandes retos. Hay que fijar criterios sobre la etapa. La escolarización temprana es garantía de equidad y de identificación de posibles problemas para hacer una enseñanza más inclusiva.

Conferencia Mundial de Educación Superior 2009: Las Nuevas Dinámicas de la Educación Superior

Conferencia Mundial de Educación Superior 2009: Las Nuevas Dinámicas de la Educación Superior y de la Investigación para el Cambio Social y el Desarrollo
UNESCO, Paris, 5-8 de julio de 2009

Preámbulo

Nosotros, los participantes de la Conferencia Mundial de Educación Superior 2009 celebrada entre los días 5 al 8 de julio de 2009 en la Sede Central de UNESCO en Paris, reconociendo la relevancia permanente y los resultados de la Declaración de la Conferencia Mundial de Educación Superior 1998 y considerando los resultados y recomendaciones de las seis conferencias regionales (Cartagena de Indias, Macau, Dakar, Nueva Delhi, Bucarest y Cairo), así como los debates y resultados de la presente Conferencia Mundial "Las nuevas dinámicas de la Educación Superior y de la Investigación para el Cambio Social y el Desarrollo", adoptamos el presente Comunicado.

La educación superior en tanto bien público e imperativo estratégico para todos los niveles educativos y base de la investigación, la innovación y la creatividad debe ser asumida con responsabilidad y apoyo financiero por parte de todos los gobiernos. Tal como se enfatiza en la Declaración Universal de Derechos Humanos, "el acceso a los estudios superiores será igual para todos, en función de los méritos respectivos" (Artículo 26, parágrafo 1).

La actual crisis económica puede ampliar la brecha en términos de acceso y calidad entre los países desarrollados y los países en desarrollo y dentro de las fronteras de un mismo país, presentando desafíos adicionales a aquellos países en los que el acceso ya es restrictivo.

Nunca antes en la historia fue más importante la inversión en educación superior en tanto ésta constituye una base fundamental para la construcción de una sociedad del conocimiento inclusiva y diversa y para el progreso de la investigación, la innovación y la creatividad.

Los eventos de la década pasada ponen en evidencia que la educación superior y la investigación contribuyen a la erradicación de la pobreza, al desarrollo sustentable y al progreso en el alcance de las metas de desarrollo consensuadas en el ámbito internacional, tales como los Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM) y Educación Para Todos (EPT). La agenda educativa global debería reflejar estas realidades.

UNAM: La Universidad Pública en el México de hoy

UNAM: La Universidad Pública en el México de hoy
2º Curso Interinstitucional
Del 15 de agosto al 28 de noviembre de 2008

UNAM

Introducción

La noción de “universidad pública” ha variado con el tiempo. En determinadas circunstancias se identifica, principalmente, con el subsidio gubernamental otorgado a las instituciones; en otras, con el grado de control que ejerce el Estado sobre la formación profesional y la agenda de investigación; en otras más, con la capacidad y las formas de respuesta de las universidades públicas a demandas proyectadas desde la sociedad, el mercado y la esfera política.

El sentido mismo de las nociones de público y privado, elementos claves en la racionalidad del Estado y la sociedad modernas, han cambiado históricamente.  En las últimas décadas estos cambios casi han trastocado las comprensiones clásicas sobre lo público y lo privado y las relaciones entre estas dos dimensiones.

Antecedentes

El curso La universidad pública en el México de hoy es la segunda edición del Curso Interinstitucional organizado por el Seminario de Educación Superior de la UNAM y las entidades participantes en el mismo: el Instituto de Investigaciones Económicas (IIEc), el Instituto de Investigaciones Sociales (IIS), Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación (IISUE) y el Centro Regional de Investigaciones Multidisciplinarias (CRIM).  Debe quedar muy claro que cada uno de los cursos constituye una opción académica diferente, separada, completa y autocontenida que ofrece distintos tipos de certificados y validez académica como cursos independientes en varios posgrados de la UNAM.

Presentación

En este curso se busca que la  temática referente a La universidad pública en el México de hoy se aborde en sus aspectos conceptuales y empíricos mediante la inclusión de diversas perspectivas de análisis, entre las que se incluyen a la filosofía, historia, economía, sociología y política de la universidad.

Asimismo, se busca hacer hincapié en la ponderación de relaciones significativas entre los procesos de transformación social y cultural de nuestra época y las principales vertientes de cambio que, a través de sus instituciones, experimenta hoy en día el sistema público universitario; tomando como eje analítico la distinción entre los procesos públicos y los privados asociados a la educación superior.

Al igual que en su versión anterior, el programa académico se ha organizado en cinco módulos, presentados cada uno de ellos mediante una conferencia magistral temática, y organizados en tres sesiones impartidas por reconocidos especialistas del área.

Objetivo General

El objetivo general del curso es dar a los participantes un panorama general de la educación superior pública en México, en el contexto de los cambios que ocurren a nivel global y nacional. En particular se trata de hacer una caracterizaron del sistema de educación superior público, sus problemas fundamentales, las temáticas y debates que lo recorren y las diversas alternativas de futuro a las que se enfrentan tanto el sistema como las instituciones.

Operación

El programa del curso está organizado en cinco módulos temáticos, cada uno de los cuales consta de una conferencia introductoria, de carácter magistral, y tres sesiones lectivas a cargo de especialistas en la temática (un total de 66 horas presenciales).

Para las conferencias introductorias y las sesiones del curso se tiene prevista una dinámica de trabajo dividida en dos fases: la exposición a cargo del conferencista invitado y el intercambio -preguntas y comentarios- entre el expositor y los alumnos.

Además, los estudiantes contarán con el continuo apoyo de los integrantes del Seminario de Educación Superior, instancia organizadora del programa, para la mejor comprensión de los contenidos del curso, la realización de los trabajos prácticos previstos, y la comprensión  de las lecturas obligatorias y recomendadas para cada módulo y sesión.

Transmisión

El curso será transmitido, a todo público, vía web-cast y a través de video conferencias en aquellos Centros Académicos que establezcan convenio con el Seminario de Educación Superior para este propósito.


Transmisión de las conferencias por webcast

Comité organizador del Curso Interinstitucional 2008

Orienta

Programa

Seminario de Educación Superior

Coordinador: Humberto Muñoz García

Comité Directivo:

  • José Narro Robles. Presidente. Rector de la Universidad
  • Jorge Basave Kunhardt, Director del Instituto de Investigaciones Económicas
  • Lourdes Chehaibar Nader, Directora del Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Rosalba Casas Guerrero, Directora del Instituto de Investigaciones Sociales
  • Ana María Chávez Galindo, Directora del Centro Regional de Investigaciones Multidisciplinarias
  • Manuel Durand Ponte, Investigador del Instituto de Investigaciones Sociales

Investigadores:

  • Armando Alcántara Santuario, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Alejandro Canales Sánchez, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Ángel Díaz Barriga Casales, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Susana García Salord, Instituto de Investigaciones en Matemáticas Aplicadas y Sistemas
  • Raúl Domínguez Martínez, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Rafael Loyola Díaz, Instituto de Investigaciones Sociales
  • Alejandro Márquez Jiménez, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Jorge Martínez Stack, Orienta: Instituto Mexicano de Orientación y Evaluación Educativa
  • Javier Mendoza Rojas, Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación
  • Imanol Ordorika Sacristán, Instituto de Investigaciones Económicas
  • Herlinda Suárez Zozaya. Centro Regional de Investigaciones Multidisciplinarias
  • Roberto Rodríguez Gómez, Instituto de Investigaciones Sociales
  • Judith Zubieta García, Instituto de Investigaciones Sociales

Castilla-La Mancha: "Las empresas deben seducir a los investigadores por el bien de la región"

Castilla-La Mancha: "Las empresas deben seducir a los investigadores por el bien de la región"
Ernesto Martínez Ataz, rector de la Universidad de Castilla-La Mancha

- Europa marcará los próximos años de ese trabajo y a muchos ahora les interesa conocer qué nuevas titulaciones ofrecerá la UCLM. Pese a que aún no están definidas, ¿puede aportarnos alguna idea sobre las novedades que encontraremos?

- No puedo adelantar nada porque la preocupación actual es producir la adaptación de las actuales titulaciones de acuerdo con el Real Decreto de Organización de Enseñanzas Universitarias y diseñar los planes de estudio. Cuando estén, entonces nos ocuparemos de cuál puede ser la oferta de nuevas titulaciones adicionales en el conjunto de la UCLM, aunque antes habrá que hacer un estudio muy completo de demanda social de titulaciones, de la demanda de los alumnos, y de los flujos migratorios de los alumnos por provincias, a distintas universidades del país y a diferentes facultades.

- ¿Hay peligro de que las titulaciones menos demandadas desaparezcan como ya estudian otras universidades?

- No diría eso porque seremos lo suficientemente inteligentes para que si vemos que la demanda de una titulación no avanza lo suficiente, hacer una propuesta que tenga más atractivos para un mayor número de alumnos.

USC: Los estudiantes de Políticas volvieron a la huelga y a los piquetes

USC: Los estudiantes de Políticas volvieron a la huelga y a los piquetes

La comisión de titulaciones del claustro de la Universidad se reunió ayer. Uno de los asuntos de su agenda era profundizar en el debate sobre el nuevo plan de estudios de Ciencias Políticas. Los estudiantes de la Plataforma polo Non, de esa facultad y contrarios al proyecto, retomaron temporalmente su huelga durante todo el día. Aprovecharon así para concentrarse en el rectorado.

Además, emitieron un comunicado en el que rechazan la postura de la Asociación Española de Ciencia Política, que respalda el plan de estudios. Consideran que no está legitimada porque su vicepresidente es Ramón Maiz, uno de los impulsores del documento preparado en la facultad de Santiago.

La Voz de Galicia, 23/01/08

OECD: Thematic Review of Tertiary Education

OECD: Thematic Review of Tertiary Education

Many OECD countries have recently experienced rapid growth in tertiary education. With increasing globalisation of the economy and labour markets, their tertiary education systems are facing new pressures. This led the OECD’s Education Committee to request a major review of tertiary education. Twenty-four countries are participating in this review.

The review examines how the organisation, management and delivery of tertiary education can help countries achieve their economic and social objectives. It will focus primarily on national policies for tertiary education systems rather than on institutional policies and practices. Key questions include the economic and social objectives of tertiary education; sustainability, structures, links and mechanisms to ensure quality; mobilising adequate funding resources; and national policies and mechanisms to ensure effective governance.

  • Objectives and Methodology
    Purpose, guidelines, country participation, outputs, developments, next steps.
  • Country Background Reports
    Analytical reports prepared by participating countries according to a common framework.
  • Country Reviews
    Country-specific analyses (Country Notes) prepared by teams of reviewers who undertake case study visits to the countries concerned.
  • Other Documents
    Background and commissioned papers, other articles on tertiary education and related OECD publications.
  • Useful Links
    Links to other international work relevant to tertiary education policy.
  • Contact Information
    OECD Secretariat staff working on the Thematic Review of Tertiary Education.

Les pages Internet de l’Examen thématique de l’enseignement tertiaire de l’OCDE ne sont disponibles qu'en anglais. Toutefois, tel qu’indiqué dans le texte, il existe des liens vers certains documents en langue française.

OECD, 17/09/07

Christopher Newfield: Pasado y tradición en las universidades de Estados Unidos

Christopher Newfield: Pasado y tradición en las universidades de Estados Unidos
Christopher Newfield, Profesor en la Universidad de California-Santa Barbara, autor de The Post-Industrial University: The Culture Wars and the Unmaking of the American Middle Class 1980-2005 (de próxima aparición)

Eldorado universitario norteamericano no ha cesado de fascinar a las elites mundiales, deslumbradas por los centros ricamente dotados, los rutilantes campus y las bibliotecas saturadas de obras. Aunque durante la posguerra se produjo cierta democratización de la enseñanza superior, el sistema universitario se ha acomodado siempre a centenares de instituciones mal dotadas y poco buscadas, salvo por los estudiantes pobres alejados de las facultades de elite. Este modelo, en el que la "diversidad" sustituye a la igualdad, ¿es el que tienta a Europa, en particular a Francia desde la llegada de Nicolas Sarkozy al Elíseo?

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